Nossa missão
A Casa Thomas Jefferson tem como
missão conectar e transformar vidas através de gerações por
meio de experiências singulares, criando oportunidades para a evolução pessoal,
social e profissional de seus alunos, colaboradores e da comunidade.
Movida por valores de excelência, inovação, pertencimento, compromisso com a sociedade e com o desenvolvimento contínuo de nossas pessoas, a Casa Thomas Jefferson (CTJ) compartilha o presente documento, que apresenta, de forma sucinta, a sua abordagem para a utilização de IA Generativa (IAGen), incluindo diretrizes para seu uso ético por seu corpo docente, assim como suas expectativas com relação ao uso de IAGen por parte de seus alunos, de forma a garantir a integridade acadêmica e a qualidade da aprendizagem ao longo de toda a sua trajetória na Thomas.
O objetivo deste documento é apoiar a equipe CTJ, buscando explorar e aproveitar com responsabilidade essa nova tecnologia para melhorar os resultados educacionais e a experiência diária do aluno.
Esta política orienta nossa comunidade escolar na manutenção dos nossos padrões elevados de integridade acadêmica e sua interação com tecnologias de IA ao:
Esta orientação abrange o uso de aplicativos, softwares e modelos de IAGen por funcionários [administrativos e docentes], estudantes, prestadores de serviços, voluntários e fornecedores terceirizados. Visa garantir que todas as interações com tecnologias de IA sejam conduzidas de acordo com altos padrões éticos e pedagógicos, independentemente do dispositivo utilizado.
A Casa Thomas Jefferson está comprometida a estudar a integração de tecnologias de IAGen para otimizar suas operações organizacionais, bem como para apoiar seu núcleo de planejamento pedagógico, partindo de uma visão centrada na autonomia, no pensamento crítico e na capacidade criativa das pessoas. A CTJ acredita no uso de tecnologias de IAGen que respeitem e preservem o lugar central do ser humano em seu processo de aprendizagem e atuação no mundo. Nesse sentido, a adoção de tecnologias de IAGen em nossa escola está pautada por princípios éticos e de segurança, com vista a enriquecer nossos ambientes de aprendizagem e capacitar estudantes, professores, líderes escolares e demais membros da nossa comunidade a melhorar as experiências de ensino e aprendizagem da língua inglesa, assim como os processos administrativos de nossa instituição.
O termo "Inteligência Artificial" foi criado em 1956 por John McCarthy - MIT. Nesse período inicial, a IA focava em replicar processos de raciocínio humano com sistemas baseados em regras fixas, capazes de realizar tarefas específicas, como jogos de tabuleiro e operações matemáticas. Nos anos 80, o desenvolvimento dos "sistemas especialistas" marcou um novo avanço, permitindo que computadores tomassem decisões em áreas limitadas, como diagnósticos médicos, ainda que com base em regras rígidas e pré-programadas.
A década de 2000 trouxe uma mudança fundamental com o surgimento do aprendizado de máquina, permitindo que sistemas de IA identificassem padrões e se adaptassem a partir de grandes volumes de dados. Essa nova capacidade abriu portas para aplicações mais complexas e personalizadas, como os sistemas de busca e de recomendação que conhecemos hoje em plataformas como Amazon e Netflix. A promessa de usar técnicas de aprendizado de máquina para análise de dados significa que essas formas de Inteligência Artificial precisavam de muitos dados para aprender. Essas IAs precisavam ser "treinadas” - ou seja, para aprender a identificar que tipo de conteúdo mostrar a você, esse tipo de Inteligência Artificial armazena e analisa o seu histórico de navegação. Hoje, termos como Big Data ou personalização algorítmica são parte do nosso dia-a-dia.
Para toda a comunidade escolar
Alunos menores de idade
Nesta seção, apresentamos diretrizes claras para ajudar nossos professores a manter o alto padrão ético esperado ao utilizar tecnologias de IA.
Famílias | Um oásis de ESTABILIDADE
Em síntese, a Casa Thomas Jefferson demonstra um compromisso sólido com o uso ético e responsável das tecnologias de IA Gen, integrando-as de maneira ética e estratégica ao nosso objetivo maior de promover a educação como meio para a transformação social e o desenvolvimento humano. Atualmente, estamos na fase inicial de aquisição de competências, conforme o quadro de referências para uso de IA da UNESCO, capacitando professores e alunos a explorar de forma segura as inovações tecnológicas, com foco no desenvolvimento humano.
À medida que avançarmos, novas metas para as fases seguintes de aprimoramento do uso da IA serão estabelecidas, garantindo que a jornada de aprendizagem continue a evoluir. Essa abordagem colaborativa e consciente reforça nosso compromisso com a excelência educacional e a responsabilidade social, assegurando que a tecnologia enriqueça a capacidade de ensinar e aprender, sempre a serviço de um desenvolvimento humano inclusivo e sustentável, alinhado ao princípio de que aprender é um processo contínuo, para a vida toda.
FADEL, C.; BLACK, A.; TAYLOR, R.; SLESINSKI, J.; DUNN, K.. Education for the age of AI: why, what and how should students learn for the age of Artificial Intelligence? [Independently Published], 2024. 215 p. Disponível em: https://curriculumredesign.org/our-work/education-for-the-age-of-ai/
FERRARI, A. C.; MACHADO, D.; OCHS, M. Guia da Educação Midiática. Instituto Palavra Aberta: São Paulo, 2020. 161 p. Disponível em: https://educamidia.org.br/guia/
MIAO, F.; CUKUROVA, M. Marco referencial de competências em IA para professores. UNESCO: Brasília, 2025. 59 p. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000394280
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MOLLICK, Ethan. Co-Intelligence: living and working with AI. Penguin Random House, 2024. 256 p.
OCHS, M. Educação midiática e inteligência artificial: fundamentos. Instituto Palavra Aberta: São Paulo, 2024. 38 p. Disponível em: https://educamidia.org.br/wp-content/uploads/2024/03/EMIA-eBook-Fundamentos_V2.pdf
Coordenação
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Atualizado em
16 de julho de 2025