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Galaxy of Oppotunities :: Galáxia de Oportunidades

By | Design THinking, Empreendedorismo, Evento, Maker Movement, Makerspaces, Sem categoria, Startups | No Comments

A traditional classroom, an open space, or even the school playground could be a perfect fit to a simple, engaging, and life changing learning opportunity.  On August 30th, CTJ Makerspace offered 30 students from Universidade de Brasília access to tools and expertise that are often beyond the scope of traditional learning environments. We offered participants of the Galaxy of Opportunities 2017 a simple, yet engaging experience, aimed at encouraging STEM and  instilling a sense of leadership and opportunity in those who may be future leaders. We carefully delivered a session specially designed to offer an ambience for creativity, collaboration, sharing of ideas, and access to digital and analog prototyping tools.

The session was divided in three parts: discovery, inspiration, and prototyping. In the beginning, participants learned about the maker movement and startups that use makerspaces around the globe to create and develop their products. In the second part, Rodrigo Franco, cofounder of 3Eixos, a company that was born inside CTJ American Space spoke about the advantages of using our makerspace to boost their business. Also, we talked about Meviro, and how being a partner has helped it build a sound assistive technology makeathon methodology. In the last part, participants experienced design thinking to conceive their own startups and used some of the tools available at the space to prototype their products. It was an inspiring session that got very good feedback from participants and organizers.

Galáxia de Oportunidades

Sessão de design thinking durante o workshop “Makerspace : o kick-off da sua jornada empreendedora”, para os participantes do evento Galáxia de Oportunidades 2017.

Uma sala de aula tradicional, um espaço aberto, ou mesmo o pátio da escola, poderiam ser perfeitos para oferecer uma oportunidade de aprendizagem simples, envolvente e, até mesmo, de mudança de vida. Em 30 de agosto, o CTJ Makerspace ofereceu a 30 alunos da Universidade de Brasília ferramentas e conhecimento que muitas vezes estão além do seu alcance nos ambientes tradicionais de aprendizagem. Oferecemos aos participantes do evento Galáxia de Oportunidades 2017 uma experiência simples, mas envolvente, com o objetivo de encorajaro uso de habilidades STEM e instilar um senso de liderança e oportunidade naqueles que podem ser futuros líderes. Ministramos uma sessão especialmente concebida com carinho para proporcionar naquelas 2 horas um ambiente de criatividade, colaboração, compartilhamento de ideias e acesso a ferramentas de prototipagem digital e analógica.

A sessão foi dividida em três partes: descoberta, inspiração e prototipagem. No início, os participantes aprenderam sobre o movimento do fazer e ouviram as histórias de startups que usam makerspaces em todo o mundo para criar e desenvolver seus produtos. Na segunda parte, Rodrigo Franco, co-fundador da 3Eixos, uma empresa que nasceu dentro do CTJ American Space, falou sobre as vantagens de usar nosso espaço para incrementar seus negócios. Além disso, falamos também sobre a Meviro, e como ser um parceiro do CTJ Makerspace ajudou a construir uma metodologia para desenho de oficinas de cocriação e prototipagem de tecnologias assistivas. Na última parte, os participantes experimentaram uma sessão rápida de design thinking para conceber suas próprias startups e usaram algumas das ferramentas disponíveis no nosso espaço para prototipar seus produtos. Foi uma sessão inspiradora que obteve bons comentários dos participantes e dos organizadores.

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Human Library |Biblioteca Humana

By | American Spaces, Cultural, English, Evento | No Comments

Modern American Spaces are lively physical venues that promote honest conversations about relevant topics. There are simple and effective ways to deliver programs that promote social engagement and, at Casa Thomas Jefferson, Library Supervisor Wander Filho keeps his eyes open for these opportunities. He understands the need for meaningful engagement, and got inspired by the Human Library – a global movement that helps build understanding of diversity by providing a framework for real conversations about important issues. Their site brings clear guidelines to help facilitators promote open and honest conversations that can lead to greater acceptance, tolerance and social cohesion in the community.  In April 2017, CTJ used this innovative approach to challenge stereotypes through non confrontational and friendly conversations. Surrounded by inspiring pieces of art at CTJ`s Art Gallery, guest speakers, representing varied social and ethnic backgrounds, were available to participants. It was a unique learning experience for all involved, as it gave voice to different groups and supported a greater understanding of diversity and social cohesion. Among the topics discussed: women in pursue of a career in STEAM, strategies to overcome intolerance, engaging in volunteer work, Traveling to the U.S, etc.

 

A Human Library é um movimento internacional que promove uma forma inclusiva de desafiar o preconceito e os esteriótipos através do contato social. Atualmente é realizado em mais de 60 países. A Human Library promove o encontro e o contato entre as pessoas. São conversas abertas e honestas que podem levar a uma maior aceitação, tolerância e a coesão social nas comunidades. Pessoas reais, em conversas reais, em um ambiente seguro, acolhedor e que facilite o diálogo. Um lugar e momento onde seja permitido fazer perguntas difíceis de maneira respeitosa. Um lugar onde essas perguntas são esperadas, apreciadas e respondidas.

Nossos convidados e convidadas são chamados de Living Books, pois assim como em uma biblioteca, um leitor ou visitante da Human Library pode escolher um Livro para ler. A diferença é que os Livros são pessoas reais e leitura é uma conversa.

Na dinâmica da Human Library, as pessoas sentam em grupos de até seis pessoas, com rodadas de diálogo com a duração de aproximadamente 20 minutos. A ideia é que os grupos troquem de mesa a cada ciclo.

 A agenda de equidade de gênero é um dos objetivos estratégicos da Thomas. E não por acaso, a primeira edição da CTJ Human Library priorizou a fala de mulheres convidadas a compartilharem suas experiências. Ouvimos Nanauí Amorós evidenciar como ainda hoje o machismo torna difícil mulheres estudarem e trabalharem no campo da tecnologia. Também ouvimos as experiências de Rose de Paula e como seu espírito aventureiro moldou seu futuro profissional na diplomacia brasileira. Conhecemos a história de Ana Paula M. G. e como sua experiência de voluntariado do outro lado do oceano Atlântico se tornou uma poderosa ferramenta de empatia. E finalmente ouvimos o depoimento marcante de Catherine Taliaferro Cox e como uma experiência na infância pode moldar o caráter e os valores de uma pessoa.

 

Human Library

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Maker Fieldtrips

By | American Spaces, Evento, Makerspaces, Português, Projetos, Sem categoria, Smithsonian | No Comments

Equipado com impressora 3D, plotters, cortadora a laser e máquinas de costura, o espaço do fazer da CTJ oferece para a comunidade a possibilidade de se encantar por uma tecnologia, aprender uma habilidade digital e/ou manual, criar um projeto e se conectar com pessoas e ideias inovadoras. Jovens que frequentam espaços de aprendizagem maker, muito comum nos Estados Unidos, desenvolvem a confiança, aprendem a colaborar, ser resilientes e desenvolvem uma atitude positiva ao enfrentar desafios.

Por esse motivo, oferecemos a todos os  alunos da Casa Thomas Jefferson um  fieldtrip ao makerspace para que se tornem parte da nossa crescente comunidade de pequenos fazedores. Nossos fieldtrips acontecem mensalmente e proporcionam experiências únicas de aprendizagem na língua inglesa. No mês de maio, alunos do Lago Sul e da Asa Sul tiveram uma tarde muito animada repleta de desafios. Construímos Máquinas de Rube Goldberg, aparatos que são muito conhecidos e cultuados nos Estados Unidos. Elas já foram imortalizadas em selos, viraram título de livros, têm centenas de páginas temáticas na internet e há anos são tema de competições de grande porte com direito a transmissão pela TV em cadeia nacional.

O desafio da tarde era o de criar em grupos a mais estapafúrdia e trabalhosa  maneira de realizar a tarefa básica de fazer uma bolinha cair  de cima de uma caixa para um alvo no chão. O desafio extra era o de construir um circuito simples com módulos de Littlebits para iniciar todo o processo. A construção das máquinas durante os fieldtrips foi um meio nada convencional, mas muito eficiente, de levar os estudantes aos infinitos caminhos da imaginação, criatividade e do pensamento intuitivo.

Consulte aqui a nossa programação mensal e participe.

 

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Making My First Robot | Meu Primeiro Robô

By | English, Evento, Maker Movement, Português, Programação, Sem categoria | No Comments

3D printed parts, wires, batteries, switches, servo motors, sensors, and arduinos were all electronic components that were tinkered with to help kids make their first robots. There’s no better way to get introduced to arduino than seeing how they bring  objects to life. Using simple construction tools and electronic components,  children who came to our 3D Printing for Kids Workshop  put together their OTTOS - interactive robots that can dance, walk, make sounds, and avoid obstacles. Otto causes a wow effect at first glance. The idea came from a parent, a cellphone app developer who wanted to give his kid this amazing learning experience,  brought for us the idea,. He told us he wanted his kid to be curious, passionate and eager to learn new things.

What are the qualities we value in this activity?

Science and Art Connection

As you build your first OTTO,  you understand how it works from the inside, make  basic circuits and have an overview of what an Arduino is and what it does. In addition to playing around with scientific content, children learned how to be patient and resilient, which are important skills to learn nowadays.

What is the personal View of an educator on this maker activity?

Isadora was my English as a Foreign Language Student when she was five. At the time, I taught her the numbers, the alphabet, names of objects. Now 12, she shows up at CTJmakerspace for the OSMO with the same curious eyes and smiley face. As one of the facilitators in the session, I could see her start developing her maker identity. I saw her developing  a I can do it attitude that might lead her to an understanding of what she can do and what dispositions she might have when interacting and making a tangible objects. Isadora is a lucky kid for having supporting parents who understand the c\value of rich and varied education. We hope more and more kids will too.

Peças impressas, fios, baterias, interruptores,  motores, sensores, buzzers e Arduinos foram os componentes eletrônicos usados na nossa oficina Monte seu Próprio Robô. Não há melhor maneira de ver pela primeira vez conceitos básicos de Arduino (plataforma de prototipagem eletrônica) do que ver como eles trazem objetos à vida.

Usando ferramentas de construção simples e componentes eletrônicos,  jovens montaram  seus OTTOS - robôs interativos que podem dançar, andar, fazer sons e evitar obstáculos. A ideia da oficina nasceu de uma conversa com um pai que gostaria e engajar o filho em uma atividade maker, mas não conseguia motivá-lo. “Fazer o projeto em um grupo com o apoio de facilitadores em um ambiente de estímulo a criatividade fez toda a diferença” , nos disse o pai ao final da sessão.

O que  valorizamos nesta atividade?

Conexões de Ciência e Arte Construir o robô com as próprias mãos, fazer circuitos básicos e ter uma visão geral do que um Arduino é e o que ele faz, são algumas das habilidades que os jovens aprenderam. Além de ver na prática o  conteúdo científico, os jovens aprenderam a ser pacientes e persistentes, habilidades importantes para aprender hoje em dia.

Conexão do Mundo Real

Montar seu próprio OTTO do zero ajudou os adolescentes a entender os princípios básicos de Arduino e como podem usar linhas de código simples para mudar o comportamento do robô. Este conhecimento pode ajudá-los a entender que quando investimos tempo em um projeto, o erro deve ser  visto como parte do processo se  forem persistentes e resilientes e que eles podem fazer muito mais com tecnologia do que apenas consumi-la.

Jovens felizes e pais encantados nos deram excelente feedback. Uma das mães nos mandou a seguinte mensagem: A Isadora leva o Otto a toda parte e fala feliz que o fez sozinha. Ela está curiosa e quer muito aprender mais sobre Arduino e programação.

Making My Fist Robot

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Access Students at CTJ Makerspace

By | Classroom, Digital Literacy, English, Evento, Maker Movement, Makerspaces, Sem categoria, Smithsonian | No Comments

The English Access Micro scholarship Program (Access) provides a foundation of English language skills to youth ranging from  13 to 20 year-olds from economically disadvantaged sectors. The program makes available  after-school classes and intensive sessions in well known language institutions.  Access gives participants English skills that may lead to better jobs and educational prospects and Casa Thomas Jefferson is always careful with the design of the lessons and material choice so that access students are offered the best teaching practices.

On November 11th, 60 access students came to our makerspace and our staff  provided them with learning opportunities  specially designed  to “fulfill the human desire to make things”. Our team used years of teaching experience aligned with the knowledge we have gained making our space to design activities for our access students. During the sessions, students worked in groups and had to perform three tasks. The underlining assumption in each of the tasks was that success in a knowledge society is not about knowledge alone. Learning environments  must focus on building a culture of innovation, beginning by creating a foundation for lifelong learning. All the activities motivated collaboration and  provided students with digital and analog tools to support learning practices that inspire such culture.