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Enriching Teacher XP | Professor Fazedor

By | Digital Literacy, English, Maker Movement, Makerspaces, Português, Sem categoria | No Comments

The first makerspace in a binational center in Brazil, CTJ Makerspace, has one main goal: we aim at bringing the library into the 21st century – teaching multiple literacies through print and digital content. With the support of a dedicated staff, we are always more than happy to help teachers use pieces of technology to enrich their lessons. A good example of this practice is how the English teacher Lucia Carneiro learned how to use an image editor (Adobe Illustrator) to create unique learning experiences for her learners.

Our librarian and makerspace supervisor, Soraya Lacerda, helped Lúcia use technology to get creative and design an innovative storytelling session. Students participated in the telling as the teacher projected characters on the ceiling using a flashlight and cutout bugs. Lucia also took to class a template of a firefly, facilitated a session in which students made the bug light up, and recorded their singing the song “Fireflies” (OwlCity) while playing with their creations. As a result, students were very enthusiastic about their production and families realized how creative her lessons are.

EFL Learning | Maker XP 

A Casa Thomas Jefferson é um centro de excelência acadêmica muito comprometido com o treinamento de professores. O CTJ Makerspace é um local onde educadores buscam novas vivências e se aproximam de tecnologias para enriquecer suas práticas de sala de aula. Um bom exemplo disso foi o aprendizado da professora Lúcia Carneiro no makerspace esse semestre. Ela veio ao espaço e com ajuda da bibliotecária e supervisora, Soraya Lacerda, pensou em duas atividades para os seus alunos. Lúcia usou a plotter de corte para criar stencils que, usados com uma lanterna, projetaram imagens no teto. As alunos participaram ativamente de uma contação de história bastante inusitada que trazia vida ao vocabulário estudado. Lúcia também usou o makerspace para criar os templates  que os alunos combinaram com bateria botão e LEDs para construir vagalumes. Ao final da atividade, os alunos cantaram a música “Fireflies” (OwlCity) e gravaram um video que foi encaminhado aos pais. Lúcia, intrinsicamente motivada, aprendeu uma habilidade, adaptou ao seu contexto, encantou seus alunos e compartilhou o seu conhecimento com colegas. Pontos fortes de um DNA maker de profissional do século 21.  

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Maker Fieldtrips

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Equipado com impressora 3D, plotters, cortadora a laser e máquinas de costura, o espaço do fazer da CTJ oferece para a comunidade a possibilidade de se encantar por uma tecnologia, aprender uma habilidade digital e/ou manual, criar um projeto e se conectar com pessoas e ideias inovadoras. Jovens que frequentam espaços de aprendizagem maker, muito comum nos Estados Unidos, desenvolvem a confiança, aprendem a colaborar, ser resilientes e desenvolvem uma atitude positiva ao enfrentar desafios.

Por esse motivo, oferecemos a todos os  alunos da Casa Thomas Jefferson um  fieldtrip ao makerspace para que se tornem parte da nossa crescente comunidade de pequenos fazedores. Nossos fieldtrips acontecem mensalmente e proporcionam experiências únicas de aprendizagem na língua inglesa. No mês de maio, alunos do Lago Sul e da Asa Sul tiveram uma tarde muito animada repleta de desafios. Construímos Máquinas de Rube Goldberg, aparatos que são muito conhecidos e cultuados nos Estados Unidos. Elas já foram imortalizadas em selos, viraram título de livros, têm centenas de páginas temáticas na internet e há anos são tema de competições de grande porte com direito a transmissão pela TV em cadeia nacional.

O desafio da tarde era o de criar em grupos a mais estapafúrdia e trabalhosa  maneira de realizar a tarefa básica de fazer uma bolinha cair  de cima de uma caixa para um alvo no chão. O desafio extra era o de construir um circuito simples com módulos de Littlebits para iniciar todo o processo. A construção das máquinas durante os fieldtrips foi um meio nada convencional, mas muito eficiente, de levar os estudantes aos infinitos caminhos da imaginação, criatividade e do pensamento intuitivo.

Consulte aqui a nossa programação mensal e participe.

 

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Making My First Robot | Meu Primeiro Robô

By | English, Evento, Maker Movement, Português, Programação, Sem categoria | No Comments

3D printed parts, wires, batteries, switches, servo motors, sensors, and arduinos were all electronic components that were tinkered with to help kids make their first robots. There’s no better way to get introduced to arduino than seeing how they bring  objects to life. Using simple construction tools and electronic components,  children who came to our 3D Printing for Kids Workshop  put together their OTTOS - interactive robots that can dance, walk, make sounds, and avoid obstacles. Otto causes a wow effect at first glance. The idea came from a parent, a cellphone app developer who wanted to give his kid this amazing learning experience,  brought for us the idea,. He told us he wanted his kid to be curious, passionate and eager to learn new things.

What are the qualities we value in this activity?

Science and Art Connection

As you build your first OTTO,  you understand how it works from the inside, make  basic circuits and have an overview of what an Arduino is and what it does. In addition to playing around with scientific content, children learned how to be patient and resilient, which are important skills to learn nowadays.

What is the personal View of an educator on this maker activity?

Isadora was my English as a Foreign Language Student when she was five. At the time, I taught her the numbers, the alphabet, names of objects. Now 12, she shows up at CTJmakerspace for the OSMO with the same curious eyes and smiley face. As one of the facilitators in the session, I could see her start developing her maker identity. I saw her developing  a I can do it attitude that might lead her to an understanding of what she can do and what dispositions she might have when interacting and making a tangible objects. Isadora is a lucky kid for having supporting parents who understand the c\value of rich and varied education. We hope more and more kids will too.

Peças impressas, fios, baterias, interruptores,  motores, sensores, buzzers e Arduinos foram os componentes eletrônicos usados na nossa oficina Monte seu Próprio Robô. Não há melhor maneira de ver pela primeira vez conceitos básicos de Arduino (plataforma de prototipagem eletrônica) do que ver como eles trazem objetos à vida.

Usando ferramentas de construção simples e componentes eletrônicos,  jovens montaram  seus OTTOS - robôs interativos que podem dançar, andar, fazer sons e evitar obstáculos. A ideia da oficina nasceu de uma conversa com um pai que gostaria e engajar o filho em uma atividade maker, mas não conseguia motivá-lo. “Fazer o projeto em um grupo com o apoio de facilitadores em um ambiente de estímulo a criatividade fez toda a diferença” , nos disse o pai ao final da sessão.

O que  valorizamos nesta atividade?

Conexões de Ciência e Arte Construir o robô com as próprias mãos, fazer circuitos básicos e ter uma visão geral do que um Arduino é e o que ele faz, são algumas das habilidades que os jovens aprenderam. Além de ver na prática o  conteúdo científico, os jovens aprenderam a ser pacientes e persistentes, habilidades importantes para aprender hoje em dia.

Conexão do Mundo Real

Montar seu próprio OTTO do zero ajudou os adolescentes a entender os princípios básicos de Arduino e como podem usar linhas de código simples para mudar o comportamento do robô. Este conhecimento pode ajudá-los a entender que quando investimos tempo em um projeto, o erro deve ser  visto como parte do processo se  forem persistentes e resilientes e que eles podem fazer muito mais com tecnologia do que apenas consumi-la.

Jovens felizes e pais encantados nos deram excelente feedback. Uma das mães nos mandou a seguinte mensagem: A Isadora leva o Otto a toda parte e fala feliz que o fez sozinha. Ela está curiosa e quer muito aprender mais sobre Arduino e programação.

Making My Fist Robot

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Releitura de obras de pintores famosos

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Rereading famous paintings

Em 08 de maio é celebrado o dia do artista plástico e e o Resource Center da CTJ de Águas Claras aproveitou a data para explorar o potencial artístico, criativo e crítico dos alunos, buscando assim oferecer uma atividade que promovesse a liberdade de expressão e também o conhecimento cultural.

Selecionamos três quadros de artistas famosos, sendo 1 brasileiro e 2 estrangeiros. O objetivo da atividade apresentar esses artistas, despertar habilidades artísticas e envolver os participantes no fascinante mundo da arte.

Utilizando conteúdo do  Smithsonian Institution  sobre Leonardo da Vinci, foi possível enriquecer o conhecimento passado aos alunos sobre esse artista.

Antes de começarem a releitura, as obras eram apresentadas para os alunos, informando seu título e autor. Utilizamos o aplicativo Masterpiece do Osmo, para auxiliar os alunos na produção dos desenhos. Com os desenho pronto os participantes tinham a opção de pintá-lo utilizando materiais diversos como giz de cera, lápis de cor, tinta guache e até mesmo colagem com papeis picados, formando mosaicos.

Alguns participantes se limitaram a tentar reproduzir a obra de forma mais fiel, mas a maioria buscou imprimir suas próprias interpretações criativas sobre as imagens. Em uma das releituras realizadas tivemos um Abaporu com 6 dedos, onde o aluno justificou que “ele era um mutante“. Em outra a tradicional Monalisa se transformou em uma moderna e alternativa jovem, com piercings e tatuagens. A obra mais surpreendente foi a da Nicole de apenas 6 anos que, com a ajuda do Osmo, foi capaz de reproduzir uma Monalisa colorida e definitivamente muito mais feliz.

Tanto as crianças, quanto os adultos que participaram da atividade tiveram a oportunidade de explorar, criar e recriar. O Osmo foi um grande diferencial na atividade, pois com ele, até mesmo aqueles que não sabiam desenhar, puderam realizá-la.

As obras ficaram expostas no Resource Center da Filial Águas Claras por cerca de duas semanas, após isso os alunos podiam levar sua masterpiece para casa. Confira as fotos da atividade aqui.

Escrito por Thaíse Nogueira e Lucas Marques

Resource Center Águas Claras

 

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Makerspace na Casa Thomas Jefferson

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No dia 8 de junho alunos, funcionários da Casa Thomas Jefferson, pessoas da comunidade e alguns convidados especiais da Embaixada dos Estados Unidos  reuniram-se para o “soft opening” do primeiro Makerspace dedicado dentro de um centro bi-nacional no Brasil.

O novo ambiente de aprendizado da Casa Thomas Jefferson é um lugar onde os visitantes podem se conectar e aprender sobre a cultura americana e ter experiências memoráveis ​​através de atividades interativas, exposições e programas.

CTJ Makerspace foi especialmente pensado para facilitar o acesso à internet, envolver pessoas em experiencias interdisciplinares e criar oportunidades dinâmicas  para que as pessoas usem a língua Inglesa como ferramenta de comunicação.

Durante o evento houve um “makershowcase” para ilustrar algumas das possibilidades de atividades que permeiam o universo interdisciplinar STEAM – ciências, tecnologia, engenharia, artes e matemática. Tivemos os encantadores robôs Ozobots para a pratica da programação, kits de circuitos, cosplay, instalação interativa utilizando Arduíno, entre outros. A Casa Thomas Jefferson e o inglês como deve ser – dinâmico, interessante e inovador ao alcance de todos.

 

 

 

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Aumentando a produtividade com Google Apps – Google Calendar e Google Keep

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Google Apps Invitation-01No segundo modulo da oficina Aumentando a produtividade com Google APPS, bibliotecários, professores e profissionais liberais aprenderam na prática a usar o Google Keep e o Google Calendar para aumentar sua produtividade no trabalho. A oficina começou com os participantes explorando as funcionalidades do Keep, um sistema de curadoria pessoal.  A iniciativa da Casa Thomas Jefferson em colaboração com a Embaixada dos Estados Unidos tem como objetivo criar espaços de aprendizado abertos e relevantes no mundo contemporâneo.

Em sincronia com o movimento do fazer, os participantes exploraram o aplicativo em grupos e ensinaram uns aos outros a usar suas funcionalidades. Logo na primeira atividade, Carla Arena, chefe do Departamento de Tecnologia e Inovação da Casa Thomas Jefferson, pediu que os participantes criassem três áreas de cores diferentes no keep: a primeira  seria dedicada a pensamentos, a segunda a ações e a terceira a conversas. Em seguida, propôs uma reflexão, ao solicitar que as pessoas listassem suas atividades no trabalho e na vida pessoal das ultimas 24 horas nas áreas coloridas.

O que se viu foi uma discussão muito interessante sobre a quantidade de tempo que dedicamos a cada uma dessas áreas, e sobre a importância de termos tempo para fazer atividades físicas, nos cuidar e conversar com pessoas, o que pode abrir oportunidades de troca e parceria.

E você? Esta sempre falando sobre quanto trabalho tem que fazer? Sente-se sempre muito ocupado? Talvez esteja na hora de repensar seus processos e conhecer algumas ferramentas digitais que possam aumentar sua produtividade no trabalho e, consequentemente, lhe proporcionar mais tempo e qualidade de vida.

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Contação de história maker

By | Maker Movement, Português, Projetos | No Comments

Existe algo mágico quando um grupo de crianças sentam confortavelmente para compartilhar uma leitura. Quando as contadoras são Larissa Victório, pedagoga que trabalha como membro do time do American Space Casa Thomas Jefferson, e Cynthia Frango dedicada professora da mesma instituição, o resultado é mágico.

Para a sessão de março, a dupla contou a história Collin Colors, e envolveu os pequenos em um encantando  mundo colorido. Elas sempre pensam em atividades para dar asas a imaginação e criar ambiência para a pratica do inglês, mas desta vez elas resolveram bolar uma atividade para surpreender as crianças. Usando um kit Makey Makey, exploraram a plataforma Scratch e criaram um projeto para encantar os pequenos leitores.

Confira o tutorial abaixo para criar a sua storytelling in the making também.

Por que usar o kit Makey Makey em bibliotecas do século 21?

MaKey MaKey foi inventado por  doutorandos no Media Labs do MIT. E Além de uso pra lá de divertidos podemos destacar como principal característica a acessibilidade: não é preciso saber programação, eletrônica, sequer o que é uma placa de circuito impresso para criar projetos interessantes e ficar curioso para aprender mais.


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Vloggers Attitude

By | American Spaces, Digital Literacy, Português | No Comments

Caixas de  papelão, tesouras, papel alumínio, colaboração e criatividade. Foi tudo o que os participantes do programa Vloggers Attitude precisaram  para discutir assuntos relacionados a diversidade e aprender sobre fotografia.

A ideia desse programa e como ele se realizou é uma historia bem maker que vale a pena compartilhar. A equipe do Resource Center na filial Asa Sul decidiu fazer um programa direcionado aos adolescentes que já tem vlogs com número considerável de acessos e discutir com eles o tema da diversidade. O objetivo  era o de incentivar os participantes a criarem os seus próprios vlogs sobre suas opiniões em relação a esse assunto  e, assim, tentarem se tornar agentes de mudança social.

Com a iminência da filmagem para esse projeto, veio a ideia/desafio de, com poucos recursos, montar um estúdio para usarmos e também para dar aos vlogueiros uma opção, dentro do nosso espaço, para que eles pudessem filmar ou melhorar seus vídeos. Fizemos um estúdio D.I.Y. e disponibilizamos para todos. Muita gente está usando e gostando da novidade.

Para abrir a discussão, foram escolhidas fotos representativas de pessoas de etnias diversas da revista Smithsonian. http://www.smithsonianmag.com/photocontest/ . Os vloggers trocaram ideias, conversaram sobre como fazer vlogs interessantes e compartilharam aqueles que são mais populares. Eles saíram com a missão de postar um vídeo com a temática da conversa: diversidade, com uma proposta mais positiva do assunto.

Os participantes contaram com apoio da equipe do resource center e convidados para usarem o studio e aprenderem sobre a arte de fotografar e filmar.  Interessado em fazer o seu próprio DIY studio, tratar de assuntos importantes e ensinar habilidades digitais na sua instituição? Fique atento pois, perpetuando o sentimento de colaboraçao que inspirou esse programa, vamos compartilhar, em breve, o passo-a-passo, com dicas interessantes.

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Dia Mundial da Agua

By | 21st Century Skills, American Spaces, Português | No Comments

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O crescimento populacional, os avanços tecnológicos e industriais e o consumo desenfreado tornaram a demanda por água  cada vez maior e, por isso, mais da metade da população mundial poderá sofrer com a escassez de água. Muitas pessoas ainda acham que a água é um recurso inesgotável que podemos utilizar a vontade. Se não começarmos a consumir a água de forma consciente, ela será um recurso cada vez mais escasso.

Pensando em tudo isso, resolvemos elaborar atividades em nossas bibliotecas para estimular a conscientização sobre a melhor forma de consumo desse bem precioso para que ele não nos falte no futuro. Para falar sobre tema tao importante de forma divertida, criamos atividades nas quais as pessoas podiam explorar, colaborar, ter uma experiencia diferente e se surpreender.

Os objetivos Deepen Science and Technology e Deepen Health and Environment foram trabalhados para promover o conhecimento da necessidade de conservação do recurso hídrico. Para compreender que precisamos ter hábitos sadios e responsáveis, e que, ao não fazer nada para mudar, colocamos em risco nossas vidas.

Demos partida  neste aprendizado por meio de vídeo, holograma e figuras, nos quais alunos e pessoas da comunidade refletem e expressam suas idéias através de desenhos e frases. A reação é de espanto, tristeza, preocupação e esperança de um futuro melhor.

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Para incentivar o aprendizado interdisciplinar de atividades STEAM (ciência, tecnologia, engenharia, arte e matemática), preparamos diversos experimentos. O resultado – muitas pessoas engajadas e interessadas em repensar a maneira que usam água. Confira a movimentação nos Centros de Recursos nas filiais Lago Sul e Sudoeste nesse mês de maio.

Tensão superficial

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Principio de Pascal

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Reciclagem e conciencia ambiental

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Bouncing Bubbles

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Water consumption Calculator

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A conscientização da população mundial em relação à água é fundamental e, portanto, precisamos colocar as teorias em prática. Ao planejar programas em nossas bibliotecas, buscamos criar espaços onde essas questōes são abordadas e onde o falar ingles é uma ferramenta importante de comunicação. Venha conferir o que teremos para o mês de abril. Celebre conosco a conscientização ambiental por meio de programas para Earth Day. Siga a Casa Thomas Jefferson no Facebook e venha nos visitar. As atividades são abertas a todos. http://thomas.org.br/redes-sociais/

 

Atitude faz a diferença!

BRAIN TEASERS

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A partir de uma exposição que visitei no Children’s Creativity Museum, museu iterativo de arte e tecnologia para crianças, em São Francisco, chamada “Brain Teaser 2”; criamos em nosso Resource Center uma mesa com alguns “brain teasers” (quebra-cabeças) para nossos alunos. É sabido que esse tipo de atividade promove o desenvolvimento do raciocínio lógico, a resolução de problemas, criatividade, o espírito colaborativo, e também  ajuda no aumento da memória. Mesmo não sendo muitos, nossos quebra-cabeças fazem muito sucesso com os nossos alunos, pais e funcionários.

Maguimar Valin

Casa Thomas Jefferson – Brasília

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Por que fazemos maker showcases?

By | 21st Century Skills, Classroom, Português | No Comments

Para fazer um maker showcase funcionar, trocamos muitos e-mails, fazemos toda a logística, nos certificamos de que todos os maker kits estão funcionando bem, colocamos tudo em caixas, saímos duas horas mais cedo para nos certificar de que teremos tempo para treinar um novo membro da equipe, colocamos tudo no carro e… Mais um showcase ACONTECE.

Temos uma rotina agitada, mas altamente reconfortante. Nós fizemos pelo menos dez maker showcases em escolas parceiras nos últimos três meses e podemos afirmar que o engajamento e entusiasmo dos alunos começa no minuto em que chegamos. Para todos os lugares que olhamos vemos pessoas:

  • Experimentando programação em uma plataforma muito amigável com Kano
  • Fazendo lindos projetos com Littlebits
  • Aprendendo conceitos de circuitos com Big Bits
  • Fazendo arte com Spinning art
  • Aprendendo sobre “physical computing” MakeyMakeys
  • Jogando para aprender com Osmos
  • Construindo circuitos impressos com Snap Circuits

Durante as nossas açōes do Mobile Makerspace, onde quer que olhemos, vemos pessoas que se deslocam alegremente de estação em estação aprendendo um conceito novo ao criar algo na vida real. Ouvimos perguntas como: Tem mais amanhã? Quando vocês voltam? Onde posso ir para fazer mais dessas atividades?

Um pai na semana passada me fez uma pergunta muito interessante enquanto eu ajudava seu filho a adicionar um dimmer no circuito que ele tinha acabado de fazer. “Você trabalha em uma escola de inglês, certo? Então, o que tem a ver o ensino da língua inglesa com coisas como programação, impressão 3D, circuitos e eletrônica?”.

Eu posso pensar em pelo menos três razões muito boas para um American Space fazer showcases. Makers representam conceitos da cultura americana, como: a busca pelo conhecimento, comprometimento, empreendedorismo; conceitos muito interessantes para se estimular em qualquer ambiente educacional. Ao participar de uma ampla gama de atividades em grupos, participantes apropriam-se (internalizam ou tomam para si) os resultados produzidos ao trabalhar em conjunto. Estes resultados podem incluir tanto novas estratégias ou conhecimento.

Mais uma vantagem de ter showcases é o fato de que temos pelo menos um mentor em cada estação para questionar os participantes e facilitar o aprendizado.  O conceito de Vygotsky’s de Zona de Desenvolvimento Proximal - área onde uma pessoa pode resolver um problema com a ajuda de um colega mais capacitado – pode ser facilmente observado nas interaçōes dos grupos enquanto trabalham juntos para superar desafios. Quando fazemos maker showcases, despertamos a imaginação das pessoas entorpecidas pelo genérico e o produzido em massa e convidamos os participantes a se envolverem com atividades que aguçam a genuína curiosidade. Todo American Space procura envolver participantes em atividades criativas e enriquecedoras para promover aprendizado e fazer a diferença na vida dos alunos e prepará-los para os desafios do século XXI. Agora, os American Spaces têm como aliado a força do Movimento do Fazer e todo o entusiasmo que o cerca.

Veja abaixo alguns momentos “maker” das ultimas semanas.

GRAFFITart + Maker Showcase @ CTJ-FAN  - https://goo.gl/IlYDge

Mobile Maker Showcase @ Galois Infantil Águas Claras - https://goo.gl/HwrP7n

Mobile Maker Showcase @ CIMAN - https://goo.gl/cfi7m2

Mobile Maker Showcase @ Festival Literário do Colégio Santo Antônio –  https://goo.gl/Y3i3PH

Mobile Maker Showcase @ Feira de Tecnologia do Colégio Cor Jesu - https://goo.gl/3snPwT

Mobile Maker Showcase @  Leonardo Da Vinci Asa Norte –  https://goo.gl/cqiZox

Mobile Maker Showcase @ Sigma Águas Claras –  https://goo.gl/KhsgVr

Mobile Maker Showcase @ Sigma Águas Claras –  https://goo.gl/RyxCmR

 

Design Criativo

By | Maker Movement, Português, Programação, Smithsonian | No Comments

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O American Space Casa Thomas Jefferson trabalha em parceria com a Embaixada dos Estados Unidos e outros Centros Binacionais no Brasil para implementar o projeto  “Achieving 21st Century Skills”. Além de trazer o movimento do fazer (importante conceito da cultura americana) para dentro dos centros, o projeto tem também o objetivo de criar sinergia entre os departamentos cultural e acadêmico, Resource Center e EducationUSA. Muitas vezes, temos nos American Spaces exposições que tratam de assuntos como meio ambiente, preservação, tolerância, etc. Esses temas estão relacionados à missão dos Estados Unidos no Brasil. As exposições e eventos culturais que já acontecem nos American Spaces podem ser oportunidades interessantes para estimular pessoas a participarem do movimento do fazer, colocar a mão na massa e sentir-se parte de uma comunidade dentro da escola para aprender uma habilidade nova e interagir de maneira autêntica e divertida. Veja abaixo um exemplo de como uma exposição de arte se tornou ponto de partida para uma atividade ‘maker’ (extracurricular) em um American Space.

Overview:

As artistas Hermidia Metzler e Marrcia Mazzoni exibem o trabalho “Metamorfose da Matéria” na Galeria de Arte da Casa Thomas Jefferson e se propõem a trabalhar junto com a comunidade no programa “Criação de Soluções”. O programa tem o objetivo de abrir espaço de estímulo à criatividade por meio de encontros para apreciar arte e, assim, abrir discussões sobre desafios do mundo moderno e criação de objetos funcionais ou decorativos usando o que se tem, em vez de se comprar tudo pronto. O “Criação de Soluções” seria o primeiro programa, mas a ideia não é fazer somente um encontro e, sim, reunir um grupo para aprender em conjunto de forma bem prática. Os conhecimentos vão desde técnicas básicas até as mais diferentes e elaboradas – de acordo com o interesse e motivação do grupo. Bordado, origami, batik, crochê, customização de roupas, macramê e circuitos vestíveis são alguns dos tópicos previstos, sempre contando com a parceria de artistas que geralmente expõem na galeria. Além de aprender as técnicas, os participantes mais iniciantes nesse universo vão ganhar uma nova forma de olhar para o mundo, buscando dar outro significado aos objetos ao seu redor e até ver beleza em itens que poderiam ser descartados. Os que já desenvolvem projetos nessa linha vão ganhar um espaço de convívio e de troca com outros amantes dos trabalhos manuais. Experts e iniciantes são bem-vindos e esperamos que todos possam aprender muito uns com os outros – e estimulados por artistas e facilitadores.

A Oficina – passo a passo

Planejamento:

5’ – Conte uma historia sobre a viagem de cientistas do instituto Smithsonian para Curaçao e o mar de plástico encontrado por eles para trabalhar a conscientização das escolhas de produtos para consumirmos e de como descartamos lixo. Ocean Trash: Marine Debris From Shore To Sea

15´ – Incentive os participantes a visitarem o site Ecosytem on the Edge para calcularem o impacto que suas escolhas de consumo causam ao meio ambiente. http://www.n-print.org/sites/n-print.org/files/footprint_java/index.html#/home

2 horas – Oficina Mão na Massa – Momento para usar a criatividade e usar sucata para criar produtos bonitos que realmente despertem o interesse do público em colaboração com artistas e/ou makers locais.

 

 

 

Oficina de Arduino

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20150807_161128Para oferecermos atividades maker com diversidade,  qualidade e excelência na programação do CTJ American Space, o fortalecimento do trabalho em equipe e capacitação continuada de nossa equipe do Resource Center da Thomas é essencial. Assim, na primeira quinzena de agosto, a equipe do RC e alguns professores participaram de um Workshop de Introdução a Arduíno e Kano

O Arduíno <link: https://www.arduino.cc/> é uma plataforma de prototipagem, de hardware livre, montada em uma única placa eletrônica, que consiste de um microcontrolador mais outros componentes complementares que facilitam a programação e incorporação para outros circuitos. Com uma placa Arduíno, além de podermos introduzir conceitos básicos de eletrônica e também de programação (coding), podemos, por exemplo, identificar a aproximação de uma pessoa e variar a intensidade da luz do ambiente conforme a sua chegada; ou abrir as janelas de um escritório de acordo com a intensidade da luz do sol e temperatura ambiente. Após dominar a tecnologia e o raciocíncio de programação, as possibilidades são infinitas.

Já o Kano <link: http://www.kano.me/> é um kit de mini computador para ser montado como se fosse um Lego. Ao montá-lo, podemos conhecer melhor a interface de hardware de um computador com suas peças básicas. A partir daí, seu sistema operacional nos inicia no caminho da codificação de forma lúdica e amigável.

E por que devemos usar tecnologias como essas em programas de nossos American Spaces? Primeiro, porque aprender a usar placas Arduino pode permitir que as pessoas encontrem soluções para problemas do dia a dia, já que ele é extremamente flexível, permitindo usá-lo repetidamente para diferentes fins. Além disso, projetos com Arduino permitem que os participantes desenvolvam competências digitais do século 21 por meio da aprendizagem colaborativa e desenvolvam sua capacidade empreendedora e de inovação que são tão características da cultura americana.

O workshop foi ministrado pelo estágiário do CTJ Maker Space da Asa Sul, Vitor Duarte. Aluno do curso de Mecatrônica da Universidade de Brasília, Vítor é um entusiasta das duas tecnologias e ao dividir conosco esse conhecimento abriu novas possibilidades de atividades a serem conduzidas em nossos Maker Spaces. Com certeza, em breve teremos atividades com ambos em nossa programação!

O movimento do fazer bem de perto

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Em uma postagem intitulada “Sim, Podemos. Mas Deveríamos? As Consequências Não Intencionais do Movimento Maker”, Allison Arieff levanta questões interessantes sobre o movimento do fazer que precisam ser abordadas. Allison fala eloquentemente sobre o movimento e o risco de causar mais danos ao ambiente do que nunca. Segundo ela, estamos em um período em que quase todos têm as ferramentas para fazer quase tudo, mas há dúvidas sobre estarmos fazendo as coisas certas ou mais e mais das coisas erradas. Ela menciona a impressão 3D e como essa tecnologia permite que uma criança de quatro anos faça um mini Darth Vader do nada. Porém, a impressora 3D consome cerca de 50 a 100 vezes mais energia elétrica do que moldagem por injeção para fazer um item com o mesmo peso. Ela também destaca o uso exagerado do plástico do filamento enquanto muitos lutam para usar menos plástico em mercados e embalagens.

Por mais interessantes que as idéias no artigo pareçam ser, o Movimento do Fazer questiona a forma como consumimos, a abundância de produtos padronizados de baixo custo e a enorme pressão que tudo isso exerce sobre o meio ambiente. A maioria das pessoas está se distanciando das experiências de fabricação. Muitos de nós vivemos com escolhas limitadas de comprar algo novo ou não fazer nada só porque acreditamos que não somos capazes de produzir coisas de valor.

Talvez seja o momento certo de nos tornarmos criadores especializados e produtores, além, claro, de consumidores conscientes. Se cada vez mais pessoas consertassem e criassem coisas de valor agregado ao invés de apenas jogar fora – e se o ambiente escolar estimulasse pessoas a criarem colaborativamente soluções para problemas locais e globais -, talvez teríamos a chance de, em um futuro breve, viver para fazer e fazer para viver!

Paper Month

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Paper-Month-PosterMaio trouxe muita cor, animação  e aprendizado mão na massa para os nossos ‘Resource Centers’. Começamos o paper month com o pé direito recebendo visita do artista Falk Brito que ensinou a nossa equipe um pouco da arte de origami.  Com a equipe devidamente treinada, nossos centros de recursos receberam alunos, famílias e comunidade para criarem flores e cartões lindos para as queridas mães. A escola ficou muito colorida e animada com alunos interessados em aprender a arte milenar do origami para presentear aquelas que são uma das pessoas mais importantes em suas vidas. Durante as três  semanas seguintes, os centro ofereceram atividades diferenciadas que estimulavam a exploração de conteúdos da renomada rede de museus Smithsonian,  a curiosidade e o trabalho colaborativo. O calendário das atividades extra-curriculares foi divulgado em nossas redes sociais e divulgado em nossas escolas para que todos pudessem desfrutar das oportunidades de aprendizado extra-curriculares e praticar a lingua Inglesa em contextos diferentes e estimuladores. Curioso(a)? Aqui vai uma pequena descrição de algumas das atividades do mês do papel.

A Night and A Day at the Museum – Participantes foram convidados a visitar virtualmente o ‘Smithsonian Museum of Natural History’ e usar um kit da Apple chamado Osmo para desenhar algo que encontraram no museu. Essa atividade foi muito bem recebida por todos que participaram e muitos de encantaram com os desenhos que conseguiram fazer usando o aplicativo Masterpiece (escolhido pela Time como melhor invenção de 2014).

How Things Fly – Aluno,  famílias e comunidade puderam explorar alguns jogos do site do museu americano Smithsonian Airspace Museum e aprender sobre aerodinâmica e aviação. Para colocar os conhecimentos em pratica, participantes dobraram seus próprios aviões de papel e usaram o ‘launcher’ pra alcançar voos bem altos.

Makey Makey (Hip Hop) –  Com o kit Makey Makey, desenvolvido no MIT – Massachusetts Institute of Technology, alunos aprenderam sobre hip-hop e aprenderam comi fechar circuito com grafite e papel.

 

 

Por onde começar um ‘makerspace’

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Por vezes a curiosidade abre novos

 

O movimento do fazer e a filosofia Maker dá aos educadores a chance de fomentar em jovens e crianças o prazer pela descoberta. Crianças de uma forma geral têm a predisposição de colocar a mão na massa, mas precisam muitas vezes da ambiência e de ferramentas para explorar seu potencial. A Casa Thomas Jefferson, junto à Embaixada dos Estados Unidos e ao Instituto Smithsonian, reorganiza as bibliotecas e as transforma em espaços colaborativos e dinâmicos de aprendizado.  Compartilhamos aqui algumas dicas para pessoas ou instituições que pretendam criar ambiências onde jovens brasileiros possam explorar atividades extracurriculares que estimulam a criatividade e os garantem a possibilidade de vivenciar na pratica assuntos que, em métodos mais tradicionais de ensino, somente veriam na teoria.

Comece pelo começo

Não importa o que você tem – muito ou pouco. O que importa é que você mergulhe e comece a criar. Se você tem ferramentas, coloque-as à disposição dos alunos para trabalhar e construir algo; faça alguma coisa com o que você tem ao alcance das mãos. Sessões de ‘Free making’ podem ser muito interessantes para os alunos. Quantos dos nossos jovens já tiveram a oportunidade de abrir um brinquedo quebrado e construir algo? Ou quantos já se envolveram em uma construção coletiva? A hora é agora!

 Comece pequeno

É tentador querer fazer tudo de uma vez, sair comprando circuitos, motores, impressora 3D, etc., mas todo esse equipamento pode sobrecarregar os participantes e frear o entusiasmo. Começar pequeno permite iniciar mais rápido, errar e aprender com os erros. A falha é necessária para a construção de um espaço colaborativo. Projetos mão na massa são muito divertidos, mas os alunos enfrentarão dificuldades que podem desencorajar alguns. Incentive-os a perseverar. Ensine-os a interagir, corrigir erros e começar de novo. Os alunos devem aprender a aceitar o fracasso como parte do processo.

Construa para si mesmo

Deixem os alunos construírem dispositivos, jogos e projetos para próprio uso. Dê aos alunos a oportunidade de criar ou reinventar as coisas e se tornarem consumidores mais conscientes.Incentive seus alunos a sair de suas zonas de conforto, sujar as mãos e vivenciar a criação do divertimento. Os alunos geralmente adoram saber fazer coisas e criar jogos ao invés de baixá-los da internet. Toda essa experiência pode abrir as portas da criatividade.

Bibliotecarias do seculo 21

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Sexta passada Carla Arena, Fabricio Freire e eu falamos  para as bibliotecárias da casa Thomas Jefferson sobre três principais assuntos que dizem respeito a como transformar ao nossas bibliotecas em espaços dinâmicos de aprendizado. Começamos com a nossa diretora, Lucia santos, sobre a importância de ter novos espaços de aprendizado na nossa instituição. Em seguida, Aida Carvalho contextualizou as mudanças que bibliotecas sofreram através do tempo. Ela falou sobre o que é esperado de uma biblioteca moderna e nos mostrou um TED Talk muito interessante sobre este tema.

 

Eu comecei falando um pouco sobre o movimento do fazer e sem demora passamos para a parte pratica. Participantes aprenderam juntos a fazer um circuito de LED e iluminaram um cartão natalino. A experiência foi muito poderosa, pois todos vivenciaram como é importante trabalhar junto e vencer obstáculos em grupo. Na segunda parte da minha fala falei um pouco sobre a importância de oferecer espaços de aprendizado onde a comunidade pode participar da escolha de atividades. Falamos das diversas atividades oferecidas nos Makerspaces mundo afora. Para encerrar, fizemos uma sessão de ‘Design Thinking’ e todos pensaram em propostas de atividades para o próximo ano.

Carla Arena falou sobre agregadores de conteúdo e de como os espaços de aprendizado devem ser espaços que incentivam e surpreendem; Fabricio encerrou o dia com conceitos de design seguido de parte pratica onde as pessoas fizeram convites usando o aplicativo Phoster para melhoras a comunicação visual da biblioteca. Se você se interessa pelos tópicos e deseja aprender mais, siga o site e entre em contato conosco.

Todo mundo pode ser um fazedor

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Dizem que professores estão preparando alunos para trabalhos que ainda não existem. Muitos falam que professores devem ajudar alunos a serem responsáveis pelo próprio aprendizado e desenvolverem o pensamento lógico para resolver problemas que enfrentarão no futuro. Mas escolas mundo afora continuam usando didática bastante tradicional onde o professor tem papel central na atividade ensinar e deve expor e interpretar o conteúdo. Ao o aluno cabe o papel de ouvir e cumprir os exercícios repetitivos, pois assim poderão gravar a matéria e depois reproduzir-la  em questionamentos feito pelo professor ou em provas.

Educadores que acreditam que alunos devam ser estimulados a pensar e se comunicar tem o movimento do fazer como aliado  em escolas mundo afora. O Movimento Maker na educação abre espaço para a experimentação e coloca o aluno na frente do seu processo de aprendizagem. Pesquisadores como Vygovysky e Piaget já falaram da necessidade de aprender colaborativamente e da Zona de desenvolvimento proximal.

O movimento do fazer, bastante difundido nos Estados Unidos, começa a ser discutido no Brasil. A Embaixada dos Estados Unidos convidou Glauco Paiva para  inspirar professores a buscar soluções para uma pratica educacional prioritariamente conteudista.  Ele nos contou da sua experiência com crianças quando aprendem juntos conceitos, que em métodos mais tradicionais, somente aprenderiam em teoria.  Nós professores montamos circuitos, criamos brinquedos movidos a bateria e deixamos  a criatividade fluir. Nos colocamos no papel do aluno e conversamos sobre o quanto mais interessantes as aulas podem ser se acrescentarmos um componente de experimentação. Abaixo estão os links para algumas das atividades propostas que podem ser exploradas em salas de  aula de diversas matérias para diversos conteúdos.

Carrinho automático

Insectoide criativo

Circuitos para vestir

Canetas robóticas

Robot

 

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Crianças em dias de chuva

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Nada é mais apreciado pelos pequenos do que os pais sentados envolvidos em um projeto mão na massa. Sempre que sento com a minha menina percebo o seu potencial criativo e que ela acredita que o que se imagina pode ser construído. Dias de chuva são um convite para atividades em família que envolvem todos, estimulam a criatividade e tiram o foco do consumismo. Veja abaixo algumas coisas que podemos fazer com material reciclado que certamente deixarão os pequenos engajados enquanto a chuva cai lá fora.

Crie brinquedos com caixas de papelão 

Contando historias com pedrinhas

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Crie brinquedos

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 Crie presentes com lâmpadas queimadas

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Quem são os fazedores?

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O movimento do fazer ganha mais e mais espaço em escolas, bibliotecas e museus em todo o mundo. Ele representa um resgate a experimentação na educação e a construção de aprendizado coletivo. Pais e educadores  podem ajudar a formar ‘makers’, pessoas que se percebem como capazes de fazer, criar, transformar. Mas o que são os fazedores? No que eles acreditam?

Fazedores acreditam que podem dar novo propósito a objetos que nos cercam.

Acreditam que se podem imaginar algo, podem faze-lo.

Nao se veem como meros consumidor

Gostam de concertar, remendar, criar, e entender como as coisas acontecem.

São curiosos e gostam de aprender coisas novas.

Encantam os outros pela sua engenhosidade

Fazedores são generosos e celebram as criações de outros fazedores.

São proativos e criativos.

A lista remete a um perfil nao só necessário mais fundamental para alunos que estão sendo educados hoje para enfrentar um mercado de trabalho diferente do que temos hoje em dia. O movimento do fazer em escolas forma alunos mais preparados para enfrentar os desafios futuros, mas como criar um espaço do fazer? Fazedores são generosos, e disponibilizam todo o percurso do aprendizado. visite abaixo alguns links interessantes para aprender como montar o seu espaço.

Makerspace Playbook
FabLab@school

Makerinspace

 

 

 

 

Movimento maker e a educação básica

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Em uma palestra, o brasileiro Paulo Blinkstein, que trabalha na universidade de Stanford,  fala sobre inovação e do que pensa do sistema educacional no Brasil.  Ele respondeu algumas perguntas depois da palestra que são relevantes para educadores interessados em mudar um pouco a maneira de ensinar, e fazer as ideias de educadores como Paulo Freire e Piaget mais presentes em suas salas de aula. O professor conta como acha importante que a escola seja motivadora e de como considera um clichê a fala de que a escola precisa preparar para o vestibular. Ele sugere que 20% do tempo das crianças na escola seja usado para incentivar a inovação e a criatividade e do impacto que isso teria na educação brasileira. Segundo o professor, a velocidade das coisas é tão grande que o Brasil precisa investir tanto na educação básica quanto na educação mais inovadora para não ficar muito mais atrasado ainda se comparados a outros países. Ouça o que o professor tem a dizer nessa breve entrevista abaixo.

Qual o diagnostico do Brasil em relação a inovação na educação?

Qual a necessidade de banda larga nas escolas?

Como aproximar temas de tecnologia e inovação da educação básica de jovens menos favorecidos?

Se o Brasil tem tantos problemas básicos, por que investir em inovação na educação?

 

 

O que é o movimento do fazer?

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Quando me casei com um “maker”, um cara que conserta as coisas (não se conforma que algo esta quebrado e passa HOOOORas tentando consertar), cozinha, e inventa, eu não tinha a menor ideia do que era o ‘maker movement’. Alias, o movimento provavelmente ainda não existia, mas pessoas criativas e dispostas a colocar a mão na massa já estavam espalhadas por todos os lugares. O termo Do-It-Yourself é o prelúdio do que hoje é conhecido como Movimento Maker, e aqui no Brasil, apesar de ainda termos mão de obra barata, mais e mais pessoas arriscam e colocam a mão na massa. Sites que estimulam a curiosidade e a experimentação como Manual domundo, Criança na cozinhaInstructables e Pinterest estão atraindo mais e mais pessoas.

Mas o que é o movimento maker?

Para entender melhor o conceito, pare de ler um pouco e responda as seguintes perguntas:
Se você pudesse inventar qualquer coisa, o que você inventaria? 
Qual seria o processo, ou melhor, como você faria?

 

A maioria das pessoas provavelmente teria uma boa ideia. No entanto, tantos não saberiam como realizar o seu sonho, pois não foram motivadas a pensar no processo. Frequentemente, engenheiros e cientistas não pensam linearmente, mas exploram e experimentam até chegar a soluções criativas. As pessoas que participam do movimento acreditam que qualquer um pode ser um “maker” e inventar algo interessante. Acreditam também na importância  do experimentar, colaborar e de ser persistente, a fim de aprender com os erros e tentativas. O movimento maker é o aprender colaborativo e um estímulo à criatividade e à experimentação.

 

Na semana passada eu visitei a Maker faire em Nova Iorque e pude ver o entusiasmo de jovens, pais e educadores que acreditam no aprender fazendo. Foi muito bacana, por exemplo, conversar com o Mike e ouvi-lo falar cheio de entusiasmo sobre como aprendeu a imprimir em 3D um brinquedo para sua irmã.
Ver famílias construírem e programarem juntas, em um delicioso mergulho no conhecimento.

 

Conversar com um pai que feliz observava sua filha experimentar com conceitos de circuitos que ela só conhecia na teoria.

 

E conversar com designers que agora podem prototipar com custo baixo e criar em porcelana ou metal.

 

No jardim de infância, as crianças costumam aprender brincando, inventando e experimentando. Por que será que, no resto de sua vida escolar, os alunos devem aprender na teoria o que poderiam aprender na pratica? O movimento maker nas escolas, que está ganhando cada vez mais espaço nas escolas nos Estados Unidos,  resgata a experimentação na educação.  A Casa Thomas Jefferson traz esse importante aspecto da cultura americana para os nossos alunos e comunidade. Fique atento e siga o que esta acontecendo na nossa escola aqui.

Atuais velhos mantras e a sala de aula

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Em um artigo recente no jornal O Globo, o filósofo Edgar Morin fala sobre a educação no Brasil e como o sistema não deve ignorar a criatividade das crianças no processo de aprendizagem. Segundo ele, a informação está em todo lugar e o papel do professor precisa mudar. Os alunos devem buscá-la, e os professores devem questionar as ideias e ajudar os alunos a desenvolverem  o pensamento crítico. Ele também critica os modelos de ensino que segmentam as áreas do conhecimento, porque ao fazê-lo, nós dificultamos a compreensão do mundo. Para resolver os problemas do cotidiano, é preciso pensar de forma holística e compreender diferentes conteúdos de diversas áreas do conhecimento. No Brasil, sempre tivemos educadores progressistas que idealizaram um sistema educacional que envolvesse alunos e despertasse  a curiosidade. Paulo Freire, no seu livro Pedagogia do Oprimido,  falou sobre a necessidade de abordar conteúdos relevantes para os alunos . O aluno precisa saber questionar e  aplicar o conhecimento adquirido para resolver problemas da sua comunidade, interagir e expressar a sua visão.

Se olharmos para o nosso sistema educacional hoje em dia, vemos que temos um longo caminho a percorrer para transformar a sala de aula e criar espaços onde os alunos possam ser criativos e expostos a conteúdos de uma forma mais pratica e pessoal. Em uma TED Talk, Paulo Blinkstein  fala sobre o FabLab @ schoolproject e o movimento do fazer. Segundo ele,  a foto abaixo nos mostra como um iPhone seria se tivesse sido concebido pela maioria dos reformadores educacionais. Ele diz que precisamos escolher qual conteúdo ensinar se quisermos dar espaço para personalização e abordagens mais experimentais.

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Eu estava conversando com uma professora da rede pública de ensino  quando ela me disse algo muito relevante. Se olharmos para o nosso currículo hoje, podemos chegar à conclusão de que a maior parte do conteúdo deve ser ensinado, mas precisamos mudar a maneira que ensinamos.

Diversos educadores dizem que a escola ensina de uma maneira muito teórica e que não alcança os alunos. Precisamos abrir espaço para a inovação e o pensamento crítico, mas não podemos ensinar essas importantes habilidades nos moldes tradicionais.

Eu estava planejando uma aula de Português semana passada tentando imaginar como eu poderia torná-la mais relevante e prática. A lição que eu deveria ensinar trazia um texto que tinha muitas frases curtas em dois parágrafos diferentes. As perguntas que se seguiam tinham o objetivo de fazer com que os alunos percebessem a estrutura gramatical (todos os períodos eram simples), e qual era a intenção do autor quando escolheu aquela construção. A lição parecia interessante, mas eu precisava  envolver os alunos. Eu tinha cerca de 20 minutos de aula, e em vez de pedir que os alunos fizessem o exercício de análise sintática  em sala de aula, pedi para que me contassem um pouco sobre suas aulas na escola e como se sentiam. Pedi para que escrevessem em grupos textos personalizados usando a mesma estrutura gramatical  e usassem seus telefones para fazer vídeos sobre seus relatos. Os alunos se envolveram, participaram, falaram sobre suas vidas e como as coisas poderiam ser diferentes para eles na escola. O nosso  maior desafio  é usar as ideias de educadores progressistas para dar aulas que são centradas nos alunos e promovem discussões relevantes para a nossa sociedade.

 

photo credit: Môsieur J. [version 9.1] via photopin cc

Podemos aprender qualquer coisa

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Eu sempre tive a sensação de que podemos aprender qualquer coisa. Quando somos muito jovens, podemos aprender diversos idiomas ao mesmo tempo. Se praticarmos bastante, podemos desenvolver habilidades que podem ser muito úteis para a nossa sociedade e comunidade. Então, por que não começar a promover espaços de aprendizagem que despertem a curiosidade e motivem as pessoas a buscar soluções para os muitos problemas que o nosso mundo enfrenta hoje? Eu estava assistindo um TED Talk do Paulo Blikstein e ele levanta uma questão interessante:

Eu me pergunto o que aconteceria se em vez de acordar todos os dias para ir para a escola para aprender uma outra fórmula, as crianças fossem à escola para inventar algo novo, todos os dias uma nova invenção, uma nova idéia. E eu me pergunto o que aconteceria com o país que fizesse isso primeiro.

Existem muitos educadores que querem fazer a diferença e inovar. Então, é o momento perfeito para unir esforços, estabelecer parcerias para garantir que os nossos filhos  sejam motivados a pensar de forma diferente e se tornem pessoas  criativas capazes de enfrentar os desafios do mundo moderno.

Feira Maker

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Nova Iorque vai sediar no dia 20 e 21 de setembro o Maker Faire. Esta feira é um ótimo lugar para ir com sua família e amigos e celebrar este maravilhoso festival da invenção, da criatividade e ver em primeira mão o que o movimento do fazer realmente significa.

O Maker Faire é um lugar onde fabricantes, entusiastas da tecnologia, artesãos, educadores, amadores, engenheiros, clubes de ciência, autores, artistas, estudantes e expositores comerciais se juntam para compartilhar o que eles podem fazer e aprender. A parte mais fascinante de tudo é que o evento oferece às pessoas a oportunidade de ver-se como mais do que consumidores; os projetos apresentados neste tipo de evento nos fazem acreditar que podemos ser todos inventores, todos nós podemos ser produtivos e criativos e nosso mundo é o resultado das nossas açōes. No site podemos conhecer os ‘makers’ ​​e ter uma noção do que esperar, dar uma olhada no programa , se organizar para o evento navegando por tópicos, baixar o aplicativo, e muito mais.

Aprendendo a programar

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Você já foi surpreendido pela rapidez com que uma criança aprende como usar um tablet ou celular? No vídeo acima, uma menina muito jovem, parece já ter compreendido muito. O que ela faz tão bem ilustra o que Seymour Papert e Paulo Freire dizem quando eles mencionam a importância de libertar o potencial de aprendizagem latente dos alunos ao proporcionar  ambientes onde suas paixões e interesses prosperem. As verdadeiras razões para defender o uso de computadores nas escolas não são tecnocêntricas. Na verdade, as verdadeiras razões são realmente práticas. Meu filho, por exemplo, adorava o jogo Minecraft, e ele aprendeu a fazer coisas maravilhosas dentro do jogo que tinham valor para a sua comunidade. Ele aprendeu a gravar sua tela, editar, e fazer um blog colaborativo para compartilhar suas idéias. Sua construção do conhecimento aconteceu muito rapidamente e ele aprendeu sozinho, publicou e compartilhou seu conteúdo. Eu simplesmente não vejo o mesmo acontecendo quando se trata da escola. Outra coisa a considerar é que ele também aprendeu sobre a mineração, química e até mesmo física. Será que estamos às vezes privando os alunos da diversão por trás da aprendizagem quando lhes pedimos para se sentar em silêncio e ouvir? Será que eles realmente internalizam o conteudo ou ficam se perguntando quando eles vao usar toda aquela informacao? Eu estava contando a um amigo sobre escolas nos EUA, Austrália e Inglaterra que ensinam as crianças a programar, e ela me fez a seguinte pergunta:

Será que todas as crianças se tornam programadores?

Para mim, aprender a programar é aprender a pensar de uma maneira nova e comecar a aprender como controlar o computador. Hoje em dia, a codificação é para todos, e ensina a criatividade, cooperação e persistência. Se você se interessa por esse assunto e gostaria de explorer alguns aplicativos feitos para crianças e jovens, explore a imagem abaixo.