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junho 2017

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Bibliotecas CTJ em abril | Resource Centers in April

By | American Spaces, Clubes, Programação | No Comments

In April, resource Centers  delivered engaging programs to enrich patron’s experiences. Not only our students, but also the local community had the chance of participating in STEAM activities, Earth Day Themed Programs, Book Clubs, The Human Library initiative, and Education USA talks. We address important issues and believe that people engage best by being active participants. Check some of the activities below:

Earth Day -Recycled Pencil Case and key ring - Environmental issues were addressed and participants were invited to a DYI session to repurpose plastic.

Book Club - Patrons heard music played live by the American Exchange Student Regina Stroncek. Then,  the musician and her colleague Christina Chabe talked to participants about their experiences in libraries in the US. They talked specifically about Book Clubs and invited everyone to take part in CTJ`s Book Club initiative.  Teachers are enthusiastic about the new club; a good example of engagement was  Vitor Hugo, who sang to participants and enticed more people to take part in this American Cultural treasure.

STEAM Activities - 3D Painting, Chemistry in Bubbles, and Synesthesia Experiment were some of the activities chosen by the RC staff in Lago Sul, Aguas Claras and Sudoeste.

Bibliotecas Casa Thomas Jefferson em março

Dia da terra – Em abril, celebramos o dia da terra com uma atividade mão na massa para exemplificar o reciclar para a garotada. Utilizamos bandejas de isopor usadas e fizemos lindos chaveiros. É uma atividade simples e consciente. Basta desenhar com uma caneta permanente no tamanho da bandeja de isopor, levar para assar uns 2 minutos e voilà. O chaveiro fica durinho e reduzido em tamanho, tornando fácil o furo com uma parafusadeira. O resultado é ótimo e pode ser feito com molde de desenho ou desenho livre. Eles levaram para casa o chaveiro, a lição de reciclagem e o sorriso.

Clube da Leitura - Nessa atividade os alunos e frequentadores do Resource Center puderam apreciar o som de músicas líricas interpretadas pela intercambista americana Regina Stroncek, que, juntamente com sua colega Christina Chabeli, compartilhou sua vivência em bibliotecas nos EUA e dividiu experiências com o objetivo de introduzir o tema do clube de leitura. No sábado seguinte, contamos com a presença do professor Vitor Hugo que cantou músicas para atrair o público na intenção de divulgar a data do próximo encontro do Book Club, bem como a escolha do livro. No último dia 13, presenciamos a empolgação dos participantes ao compartilharem em inglês suas impressões a respeito do enredo e personagens do livro escolhido, “The Phantom of the Opera”. Outros frequentadores presentes foram contagiados com a animação e mergulharam também na aventura do próximo Book Club! Essa atividade consiste no debate sobre as opiniões e impressões de cada leitor. É uma forma descontraída de praticar o uso da língua inglesa. Os encontros acontecem quinzenalmente, aos sábados de manhã.

3D Painting - Com um pouco de cola, espuma de barbear e corante é possível soltar a imaginação e criar lindas pinturas em 3D. Quando a mistura seca, ela gruda no papel e é possível sentir a textura em alto relevo – uma forma diferente de fazer arte e desenvolver a criatividade dos alunos.  A atividade foi um sucesso entre os alunos de 3 a 14 anos. Ao final, fizemos uma exposição dos trabalhos e eles puderam levar para casa sua obra prima.

Bubbles - Bolhas são mágicas! Com a ajuda da química é possível fazer as bolhas de sabão ficarem mais resistentes e demorarem mais para evaporar, adicionando glucose à fórmula e fazendo a camada externa da bolha ficar mais espessa. Com algumas ferramentas como varetas de barbantes,  construídas pelos alunos, ou um pedaço de feltro, foi possível fazer bolhas gigantes e até quicá-las.

Synesthesia – Realizamos duas atividades super legais ligados à sinestesia. O primeiro foi o estetoscópio caseiro, feito de material reciclável, onde eles puderam ouvir os batimentos cardíacos. Os alunos adoraram ouvir os batimentos cardíacos um do outro e ficaram curiosos para fazer o estetoscópio e levar para casa. Nossa outra atividade foi o Disco que toca no crânio. Foi sensacional! Usando um protetor de ouvidos, um disco de vinil e um palito de hashi com uma agulha na ponta preso ao maxilar, os alunos conseguiram ouvir uma música. A música pode ser ouvida, pois temos a audição óssea desenvolvida nas têmporas. Quando acionamos a moléculas do ar, o som estimula a vibração do ouvido que, em contato com as têmporas, estimula essa audição. Muitos  pais curtiram essa experiência super envolvente.

Biblioteca Humana - A Human Library é um movimento internacional que promove uma forma inclusiva de desafiar o preconceito e os esteriótipos através do contato social. Atualmente, este evento é realizado em mais de 60 países. A Human Library promove o encontro e o contato entre as pessoas. São conversas abertas e honestas que podem levar a uma maior aceitação, tolerância e a coesão social nas comunidades. São pessoas reais, em conversas reais, em um ambiente seguro e acolhedor, que facilita o diálogo. É um lugar e um momento onde é permitido fazer perguntas difíceis de maneira respeitosa. Essas perguntas são esperadas, apreciadas e respondidas. Nossos convidados e convidadas são chamados de Living Books, pois assim como em uma biblioteca, um leitor ou visitante da Human Library pode escolher um Livro para ler. A diferença é que os Livros são pessoas reais e a leitura é uma conversa. Na dinâmica da Human Library, as pessoas sentam em grupos de até seis pessoas, com rodadas de diálogo com a duração de aproximadamente 20 minutos. A ideia é que os grupos troquem de mesa a cada ciclo.

A agenda de equidade de gênero é um dos objetivos estratégicos da Thomas. E não por acaso, a primeira edição da CTJ Human Library priorizou a fala de mulheres convidadas a compartilharem suas experiências. Ouvimos Nanauí Amorós evidenciar como ainda hoje o machismo torna difícil mulheres estudarem e trabalharem no campo da tecnologia. Também ouvimos as experiências de Rose de Paula e como seu espírito aventureiro moldou seu futuro profissional na diplomacia brasileira. Conhecemos a história de Ana Paula M. G. e como sua experiência de voluntariado do outro lado do oceano Atlântico se tornou uma poderosa ferramenta de empatia. E finalmente ouvimos o depoimento marcante de Catherine Taliaferro Cox e como uma experiência na infância pode moldar o caráter e os valores de uma pessoa.

Fotos: https://www.flickr.com/photos/ctjonline/sets/72157683582898295/

Vídeo: https://drive.google.com/drive/u/1/folders/0By9vHSE1dmo3a2xSRGkwcXM5elU

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Enriching Teacher XP | Professor Fazedor

By | Digital Literacy, English, Maker Movement, Makerspaces, Português, Sem categoria | No Comments

The first makerspace in a binational center in Brazil, CTJ Makerspace, has one main goal: we aim at bringing the library into the 21st century – teaching multiple literacies through print and digital content. With the support of a dedicated staff, we are always more than happy to help teachers use pieces of technology to enrich their lessons. A good example of this practice is how the English teacher Lucia Carneiro learned how to use an image editor (Adobe Illustrator) to create unique learning experiences for her learners.

Our librarian and makerspace supervisor, Soraya Lacerda, helped Lúcia use technology to get creative and design an innovative storytelling session. Students participated in the telling as the teacher projected characters on the ceiling using a flashlight and cutout bugs. Lucia also took to class a template of a firefly, facilitated a session in which students made the bug light up, and recorded their singing the song “Fireflies” (OwlCity) while playing with their creations. As a result, students were very enthusiastic about their production and families realized how creative her lessons are.

EFL Learning | Maker XP 

A Casa Thomas Jefferson é um centro de excelência acadêmica muito comprometido com o treinamento de professores. O CTJ Makerspace é um local onde educadores buscam novas vivências e se aproximam de tecnologias para enriquecer suas práticas de sala de aula. Um bom exemplo disso foi o aprendizado da professora Lúcia Carneiro no makerspace esse semestre. Ela veio ao espaço e com ajuda da bibliotecária e supervisora, Soraya Lacerda, pensou em duas atividades para os seus alunos. Lúcia usou a plotter de corte para criar stencils que, usados com uma lanterna, projetaram imagens no teto. As alunos participaram ativamente de uma contação de história bastante inusitada que trazia vida ao vocabulário estudado. Lúcia também usou o makerspace para criar os templates  que os alunos combinaram com bateria botão e LEDs para construir vagalumes. Ao final da atividade, os alunos cantaram a música “Fireflies” (OwlCity) e gravaram um video que foi encaminhado aos pais. Lúcia, intrinsicamente motivada, aprendeu uma habilidade, adaptou ao seu contexto, encantou seus alunos e compartilhou o seu conhecimento com colegas. Pontos fortes de um DNA maker de profissional do século 21.  

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Human Library |Biblioteca Humana

By | American Spaces, Cultural, English, Evento | No Comments

Modern American Spaces are lively physical venues that promote honest conversations about relevant topics. There are simple and effective ways to deliver programs that promote social engagement and, at Casa Thomas Jefferson, Library Supervisor Wander Filho keeps his eyes open for these opportunities. He understands the need for meaningful engagement, and got inspired by the Human Library – a global movement that helps build understanding of diversity by providing a framework for real conversations about important issues. Their site brings clear guidelines to help facilitators promote open and honest conversations that can lead to greater acceptance, tolerance and social cohesion in the community.  In April 2017, CTJ used this innovative approach to challenge stereotypes through non confrontational and friendly conversations. Surrounded by inspiring pieces of art at CTJ`s Art Gallery, guest speakers, representing varied social and ethnic backgrounds, were available to participants. It was a unique learning experience for all involved, as it gave voice to different groups and supported a greater understanding of diversity and social cohesion. Among the topics discussed: women in pursue of a career in STEAM, strategies to overcome intolerance, engaging in volunteer work, Traveling to the U.S, etc.

 

A Human Library é um movimento internacional que promove uma forma inclusiva de desafiar o preconceito e os esteriótipos através do contato social. Atualmente é realizado em mais de 60 países. A Human Library promove o encontro e o contato entre as pessoas. São conversas abertas e honestas que podem levar a uma maior aceitação, tolerância e a coesão social nas comunidades. Pessoas reais, em conversas reais, em um ambiente seguro, acolhedor e que facilite o diálogo. Um lugar e momento onde seja permitido fazer perguntas difíceis de maneira respeitosa. Um lugar onde essas perguntas são esperadas, apreciadas e respondidas.

Nossos convidados e convidadas são chamados de Living Books, pois assim como em uma biblioteca, um leitor ou visitante da Human Library pode escolher um Livro para ler. A diferença é que os Livros são pessoas reais e leitura é uma conversa.

Na dinâmica da Human Library, as pessoas sentam em grupos de até seis pessoas, com rodadas de diálogo com a duração de aproximadamente 20 minutos. A ideia é que os grupos troquem de mesa a cada ciclo.

 A agenda de equidade de gênero é um dos objetivos estratégicos da Thomas. E não por acaso, a primeira edição da CTJ Human Library priorizou a fala de mulheres convidadas a compartilharem suas experiências. Ouvimos Nanauí Amorós evidenciar como ainda hoje o machismo torna difícil mulheres estudarem e trabalharem no campo da tecnologia. Também ouvimos as experiências de Rose de Paula e como seu espírito aventureiro moldou seu futuro profissional na diplomacia brasileira. Conhecemos a história de Ana Paula M. G. e como sua experiência de voluntariado do outro lado do oceano Atlântico se tornou uma poderosa ferramenta de empatia. E finalmente ouvimos o depoimento marcante de Catherine Taliaferro Cox e como uma experiência na infância pode moldar o caráter e os valores de uma pessoa.

 

Human Library

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Maker Fieldtrips

By | American Spaces, Evento, Makerspaces, Português, Projetos, Sem categoria, Smithsonian | No Comments

Equipado com impressora 3D, plotters, cortadora a laser e máquinas de costura, o espaço do fazer da CTJ oferece para a comunidade a possibilidade de se encantar por uma tecnologia, aprender uma habilidade digital e/ou manual, criar um projeto e se conectar com pessoas e ideias inovadoras. Jovens que frequentam espaços de aprendizagem maker, muito comum nos Estados Unidos, desenvolvem a confiança, aprendem a colaborar, ser resilientes e desenvolvem uma atitude positiva ao enfrentar desafios.

Por esse motivo, oferecemos a todos os  alunos da Casa Thomas Jefferson um  fieldtrip ao makerspace para que se tornem parte da nossa crescente comunidade de pequenos fazedores. Nossos fieldtrips acontecem mensalmente e proporcionam experiências únicas de aprendizagem na língua inglesa. No mês de maio, alunos do Lago Sul e da Asa Sul tiveram uma tarde muito animada repleta de desafios. Construímos Máquinas de Rube Goldberg, aparatos que são muito conhecidos e cultuados nos Estados Unidos. Elas já foram imortalizadas em selos, viraram título de livros, têm centenas de páginas temáticas na internet e há anos são tema de competições de grande porte com direito a transmissão pela TV em cadeia nacional.

O desafio da tarde era o de criar em grupos a mais estapafúrdia e trabalhosa  maneira de realizar a tarefa básica de fazer uma bolinha cair  de cima de uma caixa para um alvo no chão. O desafio extra era o de construir um circuito simples com módulos de Littlebits para iniciar todo o processo. A construção das máquinas durante os fieldtrips foi um meio nada convencional, mas muito eficiente, de levar os estudantes aos infinitos caminhos da imaginação, criatividade e do pensamento intuitivo.

Consulte aqui a nossa programação mensal e participe.

 

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Making My First Robot | Meu Primeiro Robô

By | English, Evento, Maker Movement, Português, Programação, Sem categoria | No Comments

3D printed parts, wires, batteries, switches, servo motors, sensors, and arduinos were all electronic components that were tinkered with to help kids make their first robots. There’s no better way to get introduced to arduino than seeing how they bring  objects to life. Using simple construction tools and electronic components,  children who came to our 3D Printing for Kids Workshop  put together their OTTOS - interactive robots that can dance, walk, make sounds, and avoid obstacles. Otto causes a wow effect at first glance. The idea came from a parent, a cellphone app developer who wanted to give his kid this amazing learning experience,  brought for us the idea,. He told us he wanted his kid to be curious, passionate and eager to learn new things.

What are the qualities we value in this activity?

Science and Art Connection

As you build your first OTTO,  you understand how it works from the inside, make  basic circuits and have an overview of what an Arduino is and what it does. In addition to playing around with scientific content, children learned how to be patient and resilient, which are important skills to learn nowadays.

What is the personal View of an educator on this maker activity?

Isadora was my English as a Foreign Language Student when she was five. At the time, I taught her the numbers, the alphabet, names of objects. Now 12, she shows up at CTJmakerspace for the OSMO with the same curious eyes and smiley face. As one of the facilitators in the session, I could see her start developing her maker identity. I saw her developing  a I can do it attitude that might lead her to an understanding of what she can do and what dispositions she might have when interacting and making a tangible objects. Isadora is a lucky kid for having supporting parents who understand the c\value of rich and varied education. We hope more and more kids will too.

Peças impressas, fios, baterias, interruptores,  motores, sensores, buzzers e Arduinos foram os componentes eletrônicos usados na nossa oficina Monte seu Próprio Robô. Não há melhor maneira de ver pela primeira vez conceitos básicos de Arduino (plataforma de prototipagem eletrônica) do que ver como eles trazem objetos à vida.

Usando ferramentas de construção simples e componentes eletrônicos,  jovens montaram  seus OTTOS - robôs interativos que podem dançar, andar, fazer sons e evitar obstáculos. A ideia da oficina nasceu de uma conversa com um pai que gostaria e engajar o filho em uma atividade maker, mas não conseguia motivá-lo. “Fazer o projeto em um grupo com o apoio de facilitadores em um ambiente de estímulo a criatividade fez toda a diferença” , nos disse o pai ao final da sessão.

O que  valorizamos nesta atividade?

Conexões de Ciência e Arte Construir o robô com as próprias mãos, fazer circuitos básicos e ter uma visão geral do que um Arduino é e o que ele faz, são algumas das habilidades que os jovens aprenderam. Além de ver na prática o  conteúdo científico, os jovens aprenderam a ser pacientes e persistentes, habilidades importantes para aprender hoje em dia.

Conexão do Mundo Real

Montar seu próprio OTTO do zero ajudou os adolescentes a entender os princípios básicos de Arduino e como podem usar linhas de código simples para mudar o comportamento do robô. Este conhecimento pode ajudá-los a entender que quando investimos tempo em um projeto, o erro deve ser  visto como parte do processo se  forem persistentes e resilientes e que eles podem fazer muito mais com tecnologia do que apenas consumi-la.

Jovens felizes e pais encantados nos deram excelente feedback. Uma das mães nos mandou a seguinte mensagem: A Isadora leva o Otto a toda parte e fala feliz que o fez sozinha. Ela está curiosa e quer muito aprender mais sobre Arduino e programação.

Making My Fist Robot