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agosto 2014

Atuais velhos mantras e a sala de aula

By | Maker Movement, Português | No Comments

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Em um artigo recente no jornal O Globo, o filósofo Edgar Morin fala sobre a educação no Brasil e como o sistema não deve ignorar a criatividade das crianças no processo de aprendizagem. Segundo ele, a informação está em todo lugar e o papel do professor precisa mudar. Os alunos devem buscá-la, e os professores devem questionar as ideias e ajudar os alunos a desenvolverem  o pensamento crítico. Ele também critica os modelos de ensino que segmentam as áreas do conhecimento, porque ao fazê-lo, nós dificultamos a compreensão do mundo. Para resolver os problemas do cotidiano, é preciso pensar de forma holística e compreender diferentes conteúdos de diversas áreas do conhecimento. No Brasil, sempre tivemos educadores progressistas que idealizaram um sistema educacional que envolvesse alunos e despertasse  a curiosidade. Paulo Freire, no seu livro Pedagogia do Oprimido,  falou sobre a necessidade de abordar conteúdos relevantes para os alunos . O aluno precisa saber questionar e  aplicar o conhecimento adquirido para resolver problemas da sua comunidade, interagir e expressar a sua visão.

Se olharmos para o nosso sistema educacional hoje em dia, vemos que temos um longo caminho a percorrer para transformar a sala de aula e criar espaços onde os alunos possam ser criativos e expostos a conteúdos de uma forma mais pratica e pessoal. Em uma TED Talk, Paulo Blinkstein  fala sobre o FabLab @ schoolproject e o movimento do fazer. Segundo ele,  a foto abaixo nos mostra como um iPhone seria se tivesse sido concebido pela maioria dos reformadores educacionais. Ele diz que precisamos escolher qual conteúdo ensinar se quisermos dar espaço para personalização e abordagens mais experimentais.

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Eu estava conversando com uma professora da rede pública de ensino  quando ela me disse algo muito relevante. Se olharmos para o nosso currículo hoje, podemos chegar à conclusão de que a maior parte do conteúdo deve ser ensinado, mas precisamos mudar a maneira que ensinamos.

Diversos educadores dizem que a escola ensina de uma maneira muito teórica e que não alcança os alunos. Precisamos abrir espaço para a inovação e o pensamento crítico, mas não podemos ensinar essas importantes habilidades nos moldes tradicionais.

Eu estava planejando uma aula de Português semana passada tentando imaginar como eu poderia torná-la mais relevante e prática. A lição que eu deveria ensinar trazia um texto que tinha muitas frases curtas em dois parágrafos diferentes. As perguntas que se seguiam tinham o objetivo de fazer com que os alunos percebessem a estrutura gramatical (todos os períodos eram simples), e qual era a intenção do autor quando escolheu aquela construção. A lição parecia interessante, mas eu precisava  envolver os alunos. Eu tinha cerca de 20 minutos de aula, e em vez de pedir que os alunos fizessem o exercício de análise sintática  em sala de aula, pedi para que me contassem um pouco sobre suas aulas na escola e como se sentiam. Pedi para que escrevessem em grupos textos personalizados usando a mesma estrutura gramatical  e usassem seus telefones para fazer vídeos sobre seus relatos. Os alunos se envolveram, participaram, falaram sobre suas vidas e como as coisas poderiam ser diferentes para eles na escola. O nosso  maior desafio  é usar as ideias de educadores progressistas para dar aulas que são centradas nos alunos e promovem discussões relevantes para a nossa sociedade.

 

photo credit: Môsieur J. [version 9.1] via photopin cc

Old Mantras

By | English, Maker Movement, Sem categoria | No Comments

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In a recent article in O Globo, the philosopher Edgar Morin talks about education in Brazil and how the system should not ignore children`s creativity in the learning process. According to him,  information is everywhere and teachers’ roles need to change. Learners should look for the information themselves, and teachers should question the ideas and help learners develop critical thinking. He also criticizes teaching models that separate areas of knowledge  because by doing so, we hinder students` comprehension of the world. To tackle real everyday problems one needs to think holistically and grasp different content from different areas of knowledge. In Brazil, we have had progressive educators who could envision a school that involved learners and aroused curiosity. Paulo Freire, was in favor of experiential learning and inspired many educators worldwide with his book Pedagogy of the Oppressed.

Another educator who had lots to share on this topic was Anísio Teixeira, and we still have schools in Brazil that follow his principles. However, f we look at our educational system in general nowadays, we see that we have a long way to go if we want experiential learning to become mainstream. In a TED talk, Paulo Blinkstein expands on the FabLab@schoolproject. To ilustrate his idea, and he shows a photo that  represents what an iPhone would look like if it had been designed by most educational reformers. He argues that we need to choose what to give up in terms of content if we are to make room for personalization and experiential approaches.

Screen Shot 2014-08-24 at 8.54.07 PM I was talking to a teacher in a public school here in Brasilia, and she made a very relevant point.No matter how critical we may be of the education given at Brazilian schools, if we look at our curriculum today, we might come to the conclusion that most of its content should be there anyways. However, students need to perceive the relevance of this content, and we need to change the way we deliver classes. We need to make room for innovation and critical thinking, and we can not teach these important skills in the traditional environments.

I was planning a Portuguese class last week trying to imagine how I could make it more interesting and hands on. The lesson I was supposed to teach dealt with a text that had many short sentences in two different paragraphs. The questions that followed were designed to make students inductively notice the grammar structure (all sentences in those paragraphs had only one verb), and what was the writer`s intention when he chose that construction. The lesson looked interesting, but I needed to add a hands-on activity to engage my learners. I had about 20 minutes of class time, and instead of asking students to make the controlled manipulative grammar exercise that followed in class, I asked them to tell me a bit about their classes at school and how they felt. I asked them to use the same structure to write short texts that depicted their reality and, in groups, share their work, and make a short video using their phones. The pay off was that students engaged and participated in class a lot and were ready to talk about their lives and how things could be different for them. There is room for personalization and creativity, so the biggest challenge we face  is how we  use  great ideas from progressive educators to design classes that are student centered and have these principles become mainstream.

photo credit: Môsieur J. [version 9.1] via photopin cc

Itching to Learn

By | English, Maker Movement | No Comments

If  someone asks you to talk about a great class you had when you were a kid, what would you say? When I read this question on a blog post today, I realized that everything that I could remember involved making, getting my hands dirty, and collaborating with peers. So, why don’t we have classes that are more experiential and trigger deeper learning?  It is crucial our children realize that what they learn can be put into practice, and they can use the content they deal with in class to invent and transform the world around them. What separates people who simply have an idea from those who make their dreams come true is the ability to come up with creative ideas. Whether using technology or not, students should feel they will put what they learn into practice and become  eager to learn the content. One way of allowing students to get creative has to do with programming for three main reasons. First, its important children become active creators of technology, not just users. Second, learning programming nowadays is free, easy and fun for kids at many different ages. Third, the child starts to believe he/she too can have dreams and make them come true. One of the apps that is worth exploring is called Scratch. It is a a free programming language developed by the MIT Media Lab that allows students to create their own interactive stories, animations, games, music, and art. It comes with the special bonus of involving kids to learn important mathematical and computational skills. There are tutorials, and lots of project ideas out there to get inspired from. Here is the official site for more on Scratch in case you decide to give it a try.

Podemos aprender qualquer coisa

By | Português, Sem categoria | No Comments

Eu sempre tive a sensação de que podemos aprender qualquer coisa. Quando somos muito jovens, podemos aprender diversos idiomas ao mesmo tempo. Se praticarmos bastante, podemos desenvolver habilidades que podem ser muito úteis para a nossa sociedade e comunidade. Então, por que não começar a promover espaços de aprendizagem que despertem a curiosidade e motivem as pessoas a buscar soluções para os muitos problemas que o nosso mundo enfrenta hoje? Eu estava assistindo um TED Talk do Paulo Blikstein e ele levanta uma questão interessante:

Eu me pergunto o que aconteceria se em vez de acordar todos os dias para ir para a escola para aprender uma outra fórmula, as crianças fossem à escola para inventar algo novo, todos os dias uma nova invenção, uma nova idéia. E eu me pergunto o que aconteceria com o país que fizesse isso primeiro.

Existem muitos educadores que querem fazer a diferença e inovar. Então, é o momento perfeito para unir esforços, estabelecer parcerias para garantir que os nossos filhos  sejam motivados a pensar de forma diferente e se tornem pessoas  criativas capazes de enfrentar os desafios do mundo moderno.

You Can Learn Anything

By | English, Maker Movement | No Comments

I`ve always had the feeling that we could learn anything. When we are very young, we can learn as many languages as we are exposed to. If we practice enough we can develop skills that might be extremelly useful to our society and community. So, why don`t we start promoting learning spaces that trigger curiosity and motivate people to come to inspiring solutions to the too many problems that our world face today? I was watching a TED Talk by Paulo Blikstein and something he says makes us think:

I wonder what would happen if instead of waking up everyday and going to school to learn another formula, kids would  go to school to invent something new, everyday a new invention, a new idea? And I wonder what would happen with the country that would do it first.

It rests upon the shoulder of our kids to solve the problems that our world face today, and there are many educators willing to make a difference and innovate. So, it is the perfect time to join efforts, establish partnerships to guarantee that our children go to school and get inspired and empowered to think differently and become very creative people to face the challenges of a fast-changing world.

Feira Maker

By | Maker Movement, Português, Sem categoria | No Comments

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Nova Iorque vai sediar no dia 20 e 21 de setembro o Maker Faire. Esta feira é um ótimo lugar para ir com sua família e amigos e celebrar este maravilhoso festival da invenção, da criatividade e ver em primeira mão o que o movimento do fazer realmente significa.

O Maker Faire é um lugar onde fabricantes, entusiastas da tecnologia, artesãos, educadores, amadores, engenheiros, clubes de ciência, autores, artistas, estudantes e expositores comerciais se juntam para compartilhar o que eles podem fazer e aprender. A parte mais fascinante de tudo é que o evento oferece às pessoas a oportunidade de ver-se como mais do que consumidores; os projetos apresentados neste tipo de evento nos fazem acreditar que podemos ser todos inventores, todos nós podemos ser produtivos e criativos e nosso mundo é o resultado das nossas açōes. No site podemos conhecer os ‘makers’ ​​e ter uma noção do que esperar, dar uma olhada no programa , se organizar para o evento navegando por tópicos, baixar o aplicativo, e muito mais.

Maker Faire

By | English, Maker Movement, Sem categoria | No Comments

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New York will host on September 20th and 21st the Maker Faire, which is  is the Greatest Show (and Tell) on Earth. It`s a great place to go with your family and friends to celebrate this wonderful festival of invention, creativity and resourcefulness, and experience first hand the core of  the Maker movement.

 


The Maker Faire is a place where manufacturers, technology enthusiasts, crafters, educators, hobbyists, engineers, science clubs, authors, artists, students and commercial exhibitors gather to share what they can do and learn. The most fascinating part  is that this event gives people the opportunity to see themselves as more than consumers; the projects  make us believe that we can all be makers, we can all be productive and creative, and our world is what we make of  it. On the site we can meet the makers and get a sense of what to expect, take a look at the program and schedule, get organized for the event by browsing by topics, download the app, and much more.

Happy making!

Aprendendo a programar

By | American Spaces, Português, Programação | No Comments

Você já foi surpreendido pela rapidez com que uma criança aprende como usar um tablet ou celular? No vídeo acima, uma menina muito jovem, parece já ter compreendido muito. O que ela faz tão bem ilustra o que Seymour Papert e Paulo Freire dizem quando eles mencionam a importância de libertar o potencial de aprendizagem latente dos alunos ao proporcionar  ambientes onde suas paixões e interesses prosperem. As verdadeiras razões para defender o uso de computadores nas escolas não são tecnocêntricas. Na verdade, as verdadeiras razões são realmente práticas. Meu filho, por exemplo, adorava o jogo Minecraft, e ele aprendeu a fazer coisas maravilhosas dentro do jogo que tinham valor para a sua comunidade. Ele aprendeu a gravar sua tela, editar, e fazer um blog colaborativo para compartilhar suas idéias. Sua construção do conhecimento aconteceu muito rapidamente e ele aprendeu sozinho, publicou e compartilhou seu conteúdo. Eu simplesmente não vejo o mesmo acontecendo quando se trata da escola. Outra coisa a considerar é que ele também aprendeu sobre a mineração, química e até mesmo física. Será que estamos às vezes privando os alunos da diversão por trás da aprendizagem quando lhes pedimos para se sentar em silêncio e ouvir? Será que eles realmente internalizam o conteudo ou ficam se perguntando quando eles vao usar toda aquela informacao? Eu estava contando a um amigo sobre escolas nos EUA, Austrália e Inglaterra que ensinam as crianças a programar, e ela me fez a seguinte pergunta:

Será que todas as crianças se tornam programadores?

Para mim, aprender a programar é aprender a pensar de uma maneira nova e comecar a aprender como controlar o computador. Hoje em dia, a codificação é para todos, e ensina a criatividade, cooperação e persistência. Se você se interessa por esse assunto e gostaria de explorer alguns aplicativos feitos para crianças e jovens, explore a imagem abaixo.

Why Learn Coding?

By | English, Maker Movement, Sem categoria | No Comments

Have you ever been amazed by how well a young child can grasp how to use a tablet or phone? In the video above, a very young girl seems to have grasped a lot already. What she does so well at such a young age shows what Seymour Papert and Paulo Freire say when they mention the importance of unleashing the latent learning potential of students by providing environments in which their passions and interests thrive. The true  reasons for advocating the use of computers in schools are not technocentric. Actually, the reasons that resonate with me are truly practical. Take my kid for instance, he was totally into Minecraft, and he learned how to make wonderful things within the game that were valuable for his community. He learned how to record his screen, edit, and put a blog together to share his ideas. His construction of knowledge  happened really well and he built, made, and publicly shared his content. I simply do not see the same happening when it comes to school. Another thing to consider is that David also learned about mining, chemistry and even physics. Are we sometimes depriving students of the fun behind learning when we ask them to sit down quietly and listen? Do they actually learn or sit there quietly wondering what they need all the information for? I was telling a friend about schools in the US, Australia, and England teaching kids how to code, and she asked me the following question:

 

Do all the kids become programmers?

For me, learning to code is learning to think in a new way; It`s also helping kids visualize that they can learn how to control the computer by speaking its language. Nowadays, coding is for everyone, and it teaches creativity, cooperation and persistence. For some learning coding apps and the pleasure of unleashing the inner will of kids to learn, click on the image below.

 

On Maker Movement and Motivation

By | English, Maker Movement, Sem categoria | 15 Comments
Educators know that students perform better when they are motivated and cognitively engaged. We also know that we should avoid lecturing, and should motivate our learners to be active participants in the learning process. The big question that poses on many of us, delivering classes on daily basis, is how we can plan lessons that will connect our students to content that they might not have experienced, never been interested in, or don`t perceive as something useful in their lives.
In the book ‘The Art of Changing the Brain’ James E. Zull argues that educators can use knowledge about functions of the brain to enhance pedagogical techniques e.g., increasing reception of information by enhancing the sensory aspects of teaching materials; taking advantage of integrative mechanisms by allowing time for reflection; maximizing the adaptive functions of the brain by challenging students to be creative; using action areas of the brain by providing activities to confirm and extend learning. Teachers need to recognize that motivational-emotional systems of the brain modulate cognitive functions and that attempts to force students to learn in ways that violate brain mechanisms are likely to be counterproductive.

Paulo Blikstein, in his article - Digital Fabrication and Making in Education says that there are calls everywhere for educational approaches that foster creativity and inventiveness, and that the ideas behind the maker movement are at least a century old. Digital fabrication and “making” are based on three theoretical and pedagogical pillars: experiential education, constructionism, and critical pedagogy.  Paulo Freire criticized school’s “banking education” approach and the decontextualization of curriculum. So, students’ projects should be  connected with meaningful problems at a personal or community level. Seymour Papert, who worked with Jean Piaget for many years, shares Paulo Freire’s enthusiasm for unleashing the  learning potential of students by providing environments in which their passions and interests thrive. Papert pioneered the use of digital technologies in education, and some of his motivations are very similar to Freire’s. Papert’s Constructionism builds upon Piaget’s Constructivism and claims that the construction of knowledge happens very well when students build, make, and publicly share objects.

Schools that create environments where students are challenged and supported to achieve a goal they value might become a place where students feel the need to go to. Educators who work in institutions that embrace the maker movement might find the task of planning effective classes on daily basis an easier one just because  students may be genuinely interested and eager to learn.

 

Entendendo o Movimento Maker

By | Maker Movement | No Comments

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O Movimento Maker não é nada novo. Na verdade, a cultura do DIY (Do-it-Yourself)/”faça você mesmo”  já existe há muitas décadas. Vários educadores e estudiosos vêm, inclusive, falando da importância do fazer, do experimentar, errar e acertar para o aprendizado. Mais recentemente, a neurosciência, aproximando-se cada vez mais da educação, também tem mostrado resultados por meio de estudos do cérebro o quão importante é para a retenção na memória que nossos alunos tenham uma experiência sensorial, prática, com experiências, co-construindo conhecimento.

Esse conceito de fazedores tem tido cada vez mais repercussão nos Estados Unidos e mundo afora por meio de espaços makers que proporcionam o aprendizado em conjunto em um ambiente de criação com diversos tipos de máquinas, impressoras 3D e objetos para montagem e experimentação. É também no movimento Maker que o sistema educacional tem vislumbrado a possibilidade de desenvolver nas crianças o interesse pelas ciências, matemática, engenharia e as artes, criando, brincando, e trabalhando em projetos de eletrônica, audiovisual, programação, e artes.

No Brasil, a cultura de fazedores começa a despontar em grandes centros com espaços para criação e prototipagem,  como o

  • Rede Fab Labum programa educacional do Center for Bits and Atoms (CBA) do MIT – Massachusetts Institute of Technology – e cada um dos labs se caracteriza como uma plataforma de prototipagem de ideias visando a inovação e invenção e proporcionando estímulo para o empreendedorismo local. É também uma plataforma para a aprendizagem: um lugar para jogar, criar, aprender, orientar e inventar.
  • Garagem Fab Lab, um laboratório de fabricação digital,
  • Pedro Terra Lab, um laboratório de manufatura que explora novas possibilidades em Fabricação Digital e Open Source Hardware.
  • Colégio Liessin, uma escola no Rio de Janeiro que transformou um espaço em laboratório para o desenvolvimento de projetos
  • Colégio Bandeirantes, uma escola em Sâo Paulo que transformou a sala antes usada para aulas de informática no Hub, nome do salão que pode ser usado por qualquer professor, para qualquer projeto. Os antigos computadores deram lugar a laptops em mesas móveis e a bancadas com materiais de costura, tintas, madeira, papéis. 

Se você tem interesse nesse movimento, o primeiro passo é começar a explorar o que vem sendo feito no Brasil e no mundo para entender as possibilidades e como você se insere no processo.